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Sorte de campeão? Palmeiras tropeça no Paraná, mas pode ser campeão na quarta-feira

Quando a fase é boa, até tropeço é bom resultado. O Palmeiras não passou de um empate (1 a 1) com o já rebaixado Paraná Clube, na tarde deste domingo, sob temporal em Londrina, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mas segue muito perto de seu décimo título brasileiro.



Com a derrota do Inter para o Botafogo no Rio de Janeiro, o Palmeiras ampliou para seis pontos a vantagem para o time gaúcho, ficando com cinco de frente para o Flamengo, que passou a ser o segundo colocado com a vitória sobre o Sport, no Recife.

A conquista pode vir já na próxima rodada, em casa, contra o América-MG, na quarta-feira. Para isso, o Palmeiras precisa vencer e torcer para que o Flamengo não ganhe do Grêmio no Maracanã e o Inter não bata o Atlético-MG no Beira-Rio. Veja os melhores momentos de Paraná 1 x 1 Palmeiras:


RECORDE DE INVENCIBILIDADE

O Palmeiras chegou a 20 jogos sem perder no Brasileirão, batendo recorde de invencibilidade na era dos pontos corridos (iniciada em 2003), que pertencia ao Corinthians de 2017. O Verdão construiu sua arrancada no campeonato com 14 vitórias e seis empates – são 80% de aproveitamento. A última derrota palmeirense foi no dia 25 de julho, para o Fluminense, no Rio de Janeiro, quando o Roger Machado foi demitido do cargo.

Paraná x Palmeiras (Foto: Felipe Zito)

BOLA NA REDE

Keslley, 19 anos e apenas dois jogos como profissional, abriu o placar para o Paraná, aos 34 minutos do primeiro tempo. Gustavo Scarpa, de pênalti, empatou para o Palmeiras aos 8 da etapa final.

ATUAÇÕES

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PRIMEIRO TEMPO

Um temporal com uma forte ventania se fez presente na maior parte do primeiro tempo. O Palmeiras, literalmente jogando contra o vento, teve dificuldade para encaixar o toque de bola e furar a defesa paranista. Pior: acabou levando um gol em contra-ataque, puxado por Juninho (Antônio Carlos não conseguiu pará-lo) e completado por Keslley, em seu segundo jogo como profissional e primeiro gol. O Palmeiras pressionou (69% de posse e dez finalizações), mas não conseguiu passar pelo goleiro Thiago Rodrigues.

SEGUNDO TEMPO

Jogando com o vento a favor, e com Willian no lugar de Lucas Lima, o Palmeiras cresceu e chegou ao empate aos 8 minutos, com Gustavo Scarpa convertendo pênalti (em lance de bola na mão de Johny), um minuto depois de o árbitro Bruno Arleu de Araújo ignorar um penal escandaloso de Jesiel em Dudu - o zagueiro do Paraná aplica um chute forte no peito do atacante do Palmeiras. Com a torcida empurrando, o Palmeiras partiu para a pressão, empilhou chances de gol, mas não conseguiu a virada.

CENTRAL DO APITO

Foram dois lances de pênalti reclamados pelo Palmeiras no início do segundo tempo, e o árbitro Bruno Arleu de Araújo deu só o segundo (convertido em gol por Gustavo Scarpa). Na análise de Paulo César de Oliveira, comentarista de arbitragem da TV Globo, o árbitro deveria ter apitado os dois: "Na primeira disputa, Jesiel fez pênalti em Dudu. Na segunda, o árbitro considerou ação de bloqueio de Jhony, ele se atira, pênalti bem marcado. O goleiro estava atrás, não entendeu como situação clara de gol e por isso não expulsou o jogador".

ESTATÍSTICAS

Posse de bola: Paraná 41% x 59% Palmeiras

Finalizações: 9 x 20

Chances reais de gol: 4 x 9

Bolas alçadas na área: 6 x 21

Cabeçadas: 0 x 4

Faltas: 22 x 9

Passes errados: 26 x 32

Passes certos: 115 x 200

Impedimentos: 0 x 5

CAMAROTE IMPROVISADO

O Paraná, já rebaixado, levou o jogo para Londrina no intuito de ter uma renda maior. Praticamente 99% do estádio foi tomado por torcedores do Palmeiras. O presidente do Verdão, Mauricio Galiotte, viu o jogo na laje, ao lado de funcionários do clube.

Presidente e diretor do Palmeiras se preparam para ver jogo da laje do estádio do Café

Globo Esporte
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