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Motorista

Motorista que causou acidente na Epitácio Pessoa responde a vários processos

Como era réu primário, a justiça o condenou por estelionato a pagamento de multa e prestação de serviços comunitários.

03/07/2019 21h10
Por: Carlos Silva
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O motorista que causou o acidente no fim da tarde de segunda-feira, 1º de julho, na avenida Epitácio Pessoa, Raimilson Tadeu da Silva Pereira, de 31 anos, é empresário e já responde a oito processos, sendo sete deles na Paraíba e outro em Rondônia. Hoje, a Polícia Civil informou que ele estava embriagado no momento da colisão e que havia estado em um restaurante onde pagou por pelo menos 9 cervejas.

Em 2009, ele foi preso usando documentos falsos em nome de João Antônio da Silva Costa. Ele chegou a abrir uma conta bancária e tentou obter empréstimos e financiamentos, quando foi preso em flagrante em uma agência da Caixa Econômica Federal. De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, ele “utilizou de comprovantes de rendimentos que apontavam falsamente vínculo funcional com as Prefeituras Municipais de São Bentinho e Lagoa, e tentou celebrar empréstimo para aquisição de material de construção, no valor de R$ 3.500,000, oportunidade em que se realizou sua prisão em flagrante.

 

Durante a realização da prisão em flagrante, o denunciado confessou que confeccionou os contracheques utilizados para a abertura da conta corrente na agência da Caixa Econômica Federal, mas que nunca trabalhou nas mencionadas prefeituras, e que naquele dia se dirigiu o banco para pegar um talão de cheque e realizar um empréstimo de R$ 3.500,000 destinados à aquisição de material de construção, o qual, entretanto, ainda não havia sido assinado.

 

Como era réu primário, a justiça o condenou por estelionato a pagamento de multa e prestação de serviços comunitários.

 

Em 2010, um ano depois de sua prisão, Raimilson abriu a Santa Fé Construções, que depois seria alterada para RTS Construções e Serviços. A empresa venceu a licitação para as obras do Hospital Municipal de Cacoal em 2016 e tinha um prazo de 18 meses para concluir os serviços que haviam iniciado em maio, mas abandonou os serviços. A prefeitura decidiu por cancelar o contrato com a empresa e abrir um processo de penalidade, gerando a multa contratual por não cumprimento de cerca de R$ 3 milhões.

 

A empresa RTS Construções e Serviços LTDA foi inscrita como inidônea no portal da transparência do Governo Federal pelo abandono das obras do Hospital Municipal de Cacoal. Além disso, a RTS é acusada de ter dado um calote em trabalhadores, mesmo tendo recebido pouco mais de R$ 300 mil.

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