Por Redação
5/10/2026 às 17:11 — Em Direito e Justiça
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, determinou a prorrogação do horário de votação das eleições em todo o país. A decisão monocrática surpreendeu ao sobrepor-se às diretrizes estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A medida ocorre em meio a um cenário de grande movimentação jurídica e política, após petições e pedidos de extensão do horário de votação protocolados por diferentes correntes políticas ao longo do dia de pleito.
Até o momento, os desdobramentos da decisão e os impactos práticos na totalização dos votos pelo TSE continuam sendo monitorados. Novas informações serão divulgadas em breve.
Fonte:
Jornal da Cidade Online
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domingo, 25 de outubro de 2026
PORTAL REDAÇÂO PB
domingo, outubro 25, 2026
Em uma publicação recente do
Jornal da Cidade Online, foi relatado um momento de tensão envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja durante a cobertura política.
Detalhes da Situação
A Pergunta: Um jornalista questionou o presidente com a frase: “O senhor parece desanimado, presidente?”
A Reação: De acordo com a reportagem e o vídeo compartilhado nas redes sociais, a primeira-dama reagiu de forma ríspida, respondendo: “Vá se catar, meu filho.”
Repercussão: O episódio gerou grande repercussão e comentários na internet, apontando o clima de desgaste e a tensão nos bastidores da campanha.
Fonte: Jornal da Cidade Online
Veja:
PORTAL REDAÇÂO PB
domingo, outubro 25, 2026
Redação portalarapuan
Flávio Bolsonaro recebeu 80,08% dos votos no Japão; Lula teve a maioria dos votos válidos na China e na Coreia do SulFlávio Bolsonaro e Lula durante o debate na Band. Foto: Renato Pizzutto/Band
Flávio Bolsonaro (PL) recebeu a maioria dos votos válidos no Japão, enquanto Lula (PT) teve mais votos na China e na Coreia do Sul, no segundo turno das eleições presidenciais deste domingo (25).
Japão: Flávio Bolsonaro recebeu 80,08% dos votos
No Japão, Flávio Bolsonaro recebeu 28.538 votos (80,08%) nos 119 boletins de Hamamatsu, Nagóia e Tóquio. Lula somou 7.098 votos, o equivalente a 19,92%.
Dos 88.299 eleitores aptos, 37.616 compareceram às urnas. Foram registrados 1.132 votos em branco e 848 nulos.
China: Lula teve 65,28% dos votos
Na China, Lula recebeu 502 votos (65,28%) nos quatro boletins de Pequim, Cantão, Xangai e Hong Kong. Flávio Bolsonaro somou 267 votos, correspondentes a 34,72%.
Dos 2.171 eleitores aptos, 810 compareceram à votação. Foram registrados 14 votos em branco e 27 nulos.
Coreia do Sul: Lula recebeu 64,35% dos votos
Na Coreia do Sul, Lula obteve 148 votos (64,35%) no boletim de Seul. Flávio Bolsonaro recebeu 82 votos, ou 35,65%.
Dos 485 eleitores aptos, 238 compareceram às urnas. Foram contabilizados dois votos em branco e seis nulos.
Brasileiros aptos a votar no exterior
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918.876 brasileiros estão aptos a votar no exterior, distribuídos por 186 cidades.
sábado, 24 de outubro de 2026
PORTAL REDAÇÂO PB
sábado, outubro 24, 2026
Jairo Alves
Manuel Antônio Sales era morador de Goiana, em Pernambuco; colisão deixou um dos carros capotado às margens da rodovia.
Um homem identificado como Manuel Antônio Sales, de 42 anos, morreu em um grave acidente envolvendo dois veículos na rodovia PB-044, na região de Capim de Cheiro, próximo ao município de Caaporã, no Litoral Sul da Paraíba. A ocorrência foi registrada nesta sexta-feira (22).
De acordo com as primeiras informações divulgadas no local, a vítima era moradora de Goiana, em Pernambuco. A morte foi constatada ainda na rodovia, e familiares acompanharam a ocorrência em meio à comoção provocada pelo acidente.
Com a força do impacto, um dos veículos capotou e ficou com as rodas para cima às margens da estrada. O outro automóvel, de cor vermelha, também foi visto no local da colisão. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a dinâmica do acidente nem sobre as circunstâncias que levaram à batida.
Após os procedimentos no local, o corpo de Manuel Antônio Sales foi removido pela equipe responsável e deverá ser encaminhado a João Pessoa, onde passará por exames periciais.
As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades. Novas informações poderão ser divulgadas após a conclusão dos procedimentos e a confirmação oficial dos detalhes da ocorrência.
PORTAL REDAÇÂO PB
sábado, outubro 24, 2026
Jairo Alves
Chapa única recebeu 10 dos 11 votos dos parlamentares durante sessão ordinária realizada na noite desta segunda-feira (19).
ALHANDRA (PB) — A Câmara Municipal de Alhandra realizou, na noite desta segunda-feira (19), na sede do Poder Legislativo (Casa Manoel Torres Filho), a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Com votação quase unânime, o vereador Francis Alex Rodrigues de Pontes (Francis de Ginaldo – MDB) foi eleito o novo presidente da Casa.
Disputando como chapa única inscrita no pleito, a composição obteve 10 dos 11 votos dos vereadores presentes na sessão, consolidando uma ampla articulação e sustentação política dentro do parlamento municipal.
Composição da Mesa Diretora (Biênio 2027/2028):Presidente: Francis Alex Rodrigues de Pontes (Francis de Ginaldo) — MDB
Vice-Presidente: Juliana Gomes de Almeida Vidal (Juliana Vidal) — PP
1º Secretário: Edilson Pereira da Silva (Chico) — MDB
2º Secretário: Edileudo da Silva Salvino (Ledo Salvino) — PSDB
Com o resultado, Francis de Ginaldo assumirá o comando administrativo e legislativo da Casa Manoel Torres Filho a partir de 1º de janeiro de 2027, liderando os trabalhos da Câmara Municipal de Alhandra pelos dois anos subsequentes.
Acompanhamento no Seliga
O portal Seliga parabeniza a nova Mesa Diretora eleita e segue acompanhando todos os desdobramentos da política e do legislativo no Litoral Sul da Paraíba.
PORTAL REDAÇÂO PB
sábado, outubro 24, 2026
Redação - Band.com
Pesquisa Alfa Inteligência apresenta os índices de votos válidos e rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro. Foto: Vittor Sales e Ricardo Stuckert
Na contagem regressiva para o segundo turno, os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) travaram na noite desta sexta-feira (23/10) um último debate presidencial. A exemplo do debate da semana passada, o novo embate foi novamente marcado por perguntas que ficaram sem resposta, trocas de acusações e ataques pessoais.
Tecnicamente empatados nas mais recentes pesquisas eleitorais e a horas de um pleito que promete ser acirrado, os dois candidatos buscaram atrair eleitores indecisos.
Inicialmente, o embate começou calmo, preso a temas previamente definidos e com ambos os candidatos falando sobre propostas. Mas não demorou para que o encontro ganhasse ares de confronto, especialmente após Flávio Bolsonaro se referir a Lula como “nove dedos”, o que levou o presidente a chamar o senador de “miliciano” e a exigir um pedido de desculpas.
Veja dez momentos marcantes do debate presidencial, que foi transmitido pela TV Globo e que marcou o segundo encontro cara a cara entre os dois candidatos.
“Pergunta pro Google”
Ao longo do debate, Lula instou várias vezes os telespectadores a usarem o Google para saberem mais sobre realizações do governo do PT assim como controvérsias envolvendo a família Bolsonaro.
“Galera, dá um Google aí. Dá um Google no que ele falou que vocês vão perceber que ele é aquele cara que estuda para decorar e não para saber”, declarou Lula, que mencionou a ferramenta de busca pelo menos dez vezes.
Em uma das ocasiões, Lula sugeriu que o próprio Flávio usasse o Google para saber mais sobre investimentos do governo petista na região Norte.
” Acho que ele [Flávio] só ouviu falar de Manaus e da região Norte quando o pai dele apareceu na televisão rindo e imitando uma pessoa morrendo asfixiada porque não tinha oxigênio. Quando você não souber, Flávio, pergunta pro Google”, disse Lula.
Em resposta, Flávio disse: “Confesso que eu estou com um pouquinho de dificuldade de entender o que ele está falando, mas vamos lá. Lula, quem é que governa o Brasil? É você ou é o Google? Tudo pergunta para o Google?”
“Lula prometeu picanha e entregou abóbora”
Repetindo um eixo da sua campanha, Flávio usou o debate para falar de custo de vida, acusando Lula de ignorar a questão por viver “isolado em um palácio de luxo”.
“Nós temos uma das maiores taxas de juros do mundo. É a mesma taxa que reajusta a sua dívida. (…) É por isso que hoje você chega no mercado a dúzia de ovos virou dez. Um sabão em pó de 1 quilo agora é de 800 gramas. A barra de chocolate que antes tinha 120 gramas, agora tem só 80. (…) Quando você consegue comprar, você tá levando menos para sua casa. Esse é o legado do atual governo”, disse o senador.
“Lula prometeu picanha e entregou abóbora”, disse o senador duas vezes ao longo do debate, fazendo referência a uma fala de Lula na campanha de 2022, que havia dito que “o povo tem que voltar a comer um churrasquinho, a comer uma picanha e tomar uma cervejinha”.
Lula contrabalanceou as críticas enfatizando que sua gestão garantiu o reajuste do salário-mínimo e das aposentadorias acima da inflação. De acordo com Lula, se não fosse pelos governos petistas, o salário-mínimo estaria estacionado na casa dos R$ 900, e não dos 1.600 atuais.
“Não vou permitir que um miliciano me chame de nove dedos”
Enquanto os dois candidatos discutiam tarifa zero no transporte público e valor do salário-mínimo, Flávio Bolsonaro disse que “não adianta o salário-mínimo ser de R$ 1.600 se você dá com uma mão e tira com os nove dedos”, disse Flávio, debochando de uma característica física de Lula.
A frase irritou Lula, que notavelmente perdeu um dedo num acidente de trabalho em 1964, quando era operário fabril. “Não vou permitir que um miliciano me chame de nove dedos”, disse o presidente.
“Se tem alguém aqui nesse público que sabe o que é o mundo do trabalho, sou eu. Se tem alguém que perdeu o dedo com 17 anos, fui eu, trabalhando da noite quando não podia trabalhar. Não vou permitir que um miliciano me chame de nove dedos. Não vou permitir. Ele nunca trabalhou na vida. Não sabe o que é uma carteira [de trabalho]. O primeiro emprego que ele teve foi emprego falso, pelo pai dele. Ele trabalhava com o pai, mas ficava em Brasília”, disse Lula, fazendo referência à acusação de que Flávio atuou como funcionário fantasma de Jair Bolsonaro quando este era deputado.
“Você vai ter que pedir desculpas. Milhões de trabalhadores se acidentam por irresponsabilidade patronal, que obriga a gente a trabalhar em jornada que a gente não tem que trabalhar”, reforçou Lula.
Na sequência, Flávio fez um pouco convincente pedido de desculpas. “Lula, se eu te ofendi por ter te chamado de nove dedos, eu te peço desculpas, de verdade. Não queria te ofender”, disse Flávio, que, porém, logo emendou: “Agora eu quero saber se você vai pedir desculpas aos moradores de rua que dobraram durante seu governo”, disparando na sequência uma série de perguntas do mesmo tom sobre temas de segurança e política social.
Lula deixa tempo sobrando
Em pelo menos três momentos do debate, Lula se atrapalhou com a contagem de tempo reservada para cada candidato. Nessas ocasiões, o presidente encerrou ou tentou encerrar suas falas antes de gastar o tempo reservado no cronômetro, provocando alertas do mediador, o jornalista César Tralli.
O primeiro episódio ocorreu já no primeiro bloco, quando os candidatos discutiam temas ligados à região Sudeste. Lula encerrou sua réplica com uma sobra de um minuto e meio e Flávio tomou a palavra, provocando a primeira intervenção de Tralli e levando o petista a voltar a falar.
Uma situação similar voltou a ocorrer ainda no primeiro bloco, com o petista deixando de utilizar um minuto, provocando novo alerta de Tralli e reclamações de Flávio.
A terceira ocasião ocorreu no terceiro bloco. Desta vez, Lula deixou inicialmente de gastar dois minutos restantes. Após ser novamente alertado, Lula retomou a palavra, provocando novos protestos de Flávio.
Flávio foge de pergunta sobre “Bolsa-farelo”
Lula cobrou explicações de Flávio Bolsonaro por antigas declarações em redes sociais nas quais o senador chamou o programa Bolsa Família de “bolsa-farelo”.
Nos últimos dias, a campanha do petista passou a explorar antigas publicações de Flávio críticas ao Bolsa Família na rede X (ex-Twitter) feitas entre 2011 e 2013, quando o atual candidato do PL era deputado estadual no Rio de Janeiro. Nos últimos dias, as publicações foram excluídas da conta do candidato.
“Por que você chamou o Bolsa Família de bolsa-farelo? Sabe o que é isso? É a falta de respeito com o povo pobre”, questionou Lula no debate.
Flávio evitou o questionamento e tentou desviar com uma pergunta sobre reajuste do benefício.
“Pai do tigrinho” e “irmão do tigrinho”
Os dois candidatos trocaram acusações sobre o chamado “jogo do Tigrinho“, modalidade viciante de cassino online que se espalhou pelo Brasil nos últimos anos.
“O atual presidente da República tem dois filhos que fizeram muito mal ao país, o Lulinha e o tigrinho. Ele é o pai do tigrinho”, disse Flávio Bolsonaro.
Lula rebateu ligando a família Bolsonaro à modalidade de jogo.
“O cinismo chega a uma coisa absurda, que o tigrinho foi criado por vocês em 2022. Não só o seu pai é o pai do tigrinho, como você é o irmão. Não só que você é irmão, é filho do mesmo DNA. O tigrinho foi seu pai que criou”, rebateu Lula.
Apesar das falas dos candidatos, a história do jogo do tigrinho no Brasil é mais complexa. A legalização das bets no Brasil ocorreu em 2018, durante o governo Michel Temer (MDB). Uma medida provisória sobre o tema foi transformada em lei no mesmo ano e previa que uma regulamentação ocorresse num prazo de 2 anos (com possibilidade de prorrogação por mais dois).
Isso deveria ter ocorrido no governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), mas sua administração não agiu no prazo, deixando um vácuo no qual os jogos, incluindo o tigrinho, se espalharam pelo Brasil sem nenhum controle. Em 2023, já sob Lula, o governo federal finalmente se debruçou sobre a regulamentação das bets, mas quando o tema passou a ser avaliado pelo Congresso, os parlamentares também incluíram a liberação do cassino online, como o tigrinho.
“O que leva um senador a defender um policial que deu um tiro de fuzil numa menina?”
Entre os convidados de Lula no estúdio da rede Globo estava Cristiane Gomes da Silva, mãe da menina Ana Clara Machado, que foi morta com tiros de fuzil em 2021 em Niterói (RJ) aos cinco anos. O policial militar Bruno Dias Delaroli foi formalmente acusado de homicídio doloso e preso. Flávio Bolsonaro, paralelamente à sua atividade como senador, atuou gratuitamente como advogado do PM acusado.
“O que leva um senador a defender um policial que deu um tiro de fuzil numa menina de cinco anos?”, questionou Lula durante o debate.
Relaxado em outros momentos do debate, Flávio se viu na defensiva neste momento, hesitando e cometendo uma gafe, se referindo à mãe da menina assassinada como “senhora Ana Clara”.
“Ana Clara, eu quero falar pra senhora, prestar de verdade a minha solidariedade por uma tragédia que aconteceu. Eu não consigo imaginar o que é perder uma filha de 5 anos de idade”, disse Flávio. Foi possível ouvir Cristina no estúdio gritando “ela está morta” em resposta à gafe do senador.
Na sequência, Flávio disse acreditar na inocência do policial acusado. “Foi uma tragédia o que aconteceu. (…) Era uma troca de tiros numa comunidade conflagrada. A senhora sabe que tem o tráfico de drogas ali. Eu quero ajudar a senhora a saber quem foi o autor desse disparo. Tenho confiança que não foi esse policial, que sequer foi julgado”, afirmou o candidato do PL.
Flávio, porém, apoiou como senador um projeto de autoria do governo de seu pai, Jair Bolsonaro, para acabar com a obrigatoriedade de marcação de munições. A marcação é justamente o que permite saber de onde saiu a bala usada em um crime. Até agora, o candidato não descartou claramente que implantaria a medida em um eventual governo.
Lula comete ato falho ao falar em “acabar com a polícia”
No mesmo segmento e numa discussão sobre o tema de segurança pública, Lula cometeu um ato falho ao dizer que pretende “acabar com a polícia”, em vez da milícia. “Aprovada a PEC de segurança, eu vou criar o Ministério [da Segurança Pública], e aí você vai ver o que é um governo acabar com a polícia e deixar o território livre”, disse o presidente.
O deslize foi imediatamente capturado por aliados e apoiadores de Flávio nas redes sociais, que logo passaram a disseminar o trecho da fala.
Uísque, Vorcaro, festa em barco
O quarto e último bloco do debate foi reservado a um embate livre no qual cada candidato dispôs de 8 minutos. Não demorou para o tema da corrupção dominar essa etapa e trazer lembranças do tenso debate da rede Bandeirantes na semana passada.
Lula iniciou cobrando explicações de Flávio sobre a disputa do senador e do advogado Willer Tomaz com o jogador Richarlison em relação à propriedade de uma ilha no Rio de Janeiro. O jogador acusa publicamente Flávio e Tomaz, que seriam sócios ocultos, de tramarem para tomar a propriedade.
Flávio respondeu acusando Lula de receber uma garrafa de whisky avaliada em R$ 500 mil, que segundo a revista Veja teria sido ofertada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, pivô do escândalo do Banco Master. “Você ganhou um uísque Macallan que vale R$ 500 mil. Meio milhão de reais. Conta aqui para o público, que nunca vai ter oportunidade de experimentar um uísque desse. Qual é o gostinho desse uísque, hein, Lula? Conta para eles aqui.”
Foi a deixa para que Lula, por sua vez, falasse das relações entre Flávio e Vorcaro, lembrando que o senador pediu ao banqueiro fraudador R$ 134 milhões para supostamente financiar um filme sobre o pai. “Esse cidadão e a turma dele criaram um banqueiro chamado Banco Master. Esse cara corrompeu a República. E ele é um deles”, declarou Lula.
Lula ainda citou reportagem da revista piauí que afirma que Flávio teria participado em 2020, em plena pandemia de uma festa num barco com lobistas interessados em vender vacinas. Lula, porém, evitou mencionar que a reportagem também apontou que os lobistas e Flávio estiveram acompanhados de prostitutas durante a festa na embarcação.
“Ou a gente mantém a democracia funcionando, ou teremos um miliciano governando esse país”
Nas considerações finais, Lula mais uma vez instou os telespectadores a usarem o Google para comparar seu governo com o de Jair Bolsonaro, pai de Flávio.
Lula ainda lançou um alerta: “Ou a gente mantém a democracia funcionando, ou a gente vai ter um miliciano governando esse país dentro do Palácio do Planalto, o que não é bom para ninguém. Não faça essa experiência”, disse.
Já Flávio encerrou batendo novamente nas teclas do poder de compra e do combate ao crime. “A sua vida melhorou ou piorou nos últimos quatro anos? Eles tiveram oportunidade de fazer, por quase 20 anos, e não fizeram”, disse, fazendo ainda um apelo para que telespectadores rezassem “um Pai-Nosso para que a nação brasileira possa se sentir tocada por Deus e tomar a decisão correta no domingo”.
PORTAL REDAÇÂO PB
sábado, outubro 24, 2026
No segundo turno, o protagonismo de alguns ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) demonstrado no primeiro turno, simplesmente se esvaiu.
Ficaram totalmente encolhidos e passaram a respeitar as decisões da corte eleitoral. O baque com a vitória parcial de Flávio Bolsonaro foi enorme, gigantesco, mas um outro fator foi decisivo.
Eis o que diz Malu Gaspar sobre isso:
“O grupo de Alexandre de Moraes em particular, optou por uma postura de cautela e autocontenção após o resultado do primeiro turno, marcado pela eleição de uma forte bancada pró-impeachment de integrantes do STF, formada por ao menos 49 senadores.
Uma das principais bandeiras dessa tropa de choque conservadora no Senado é a cassação de Moraes, o que deve ser um dos principais tópicos nos trabalhos da Casa no início do ano que vem. Para a abertura de um processo nesse sentido, algo inédito na história do país, são necessários 54 votos.
‘Eles [os ministros do STF] perceberam que as intervenções estavam saindo pela culatra’, afirma um interlocutor de Moraes ouvido reservadamente pelo blog, que define o resultado do primeiro turno como um ‘massacre’.
Entre as decisões tomadas pela Corte que tiveram impacto sobre o primeiro turno estiveram a inclusão do candidato Renan Santos (Missão) no primeiro debate da Globo (que acabou cancelado), a disseminação de fake news sobre Nossa Senhora Aparecida e o aval ao reajuste no valor do Bolsa Família.”
E prossegue a jornalista:
“O grupo de Moraes não apenas foi confrontado com o resultado da eleição no Senado, mas sofreu reveses nos estados em que tomou decisões que interferiram no andamento do pleito. Foi o que ocorreu nas disputas pelos governos do Rio e de Roraima, marcadas pela judicialização e manobras internas do STF.
No caso fluminense, o STF agiu para impedir que o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Douglas Ruas (PL-RJ), disputasse as eleições ocupando interinamente o Palácio Guanabara e com o controle da máquina estatal. Apesar da intervenção da Corte, Ruas foi eleito já no primeiro turno.”
Em suma: Bateu o medo.
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
PORTAL REDAÇÂO PB
sexta-feira, outubro 23, 2026
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (14), um projeto de lei que amplia o limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI), permite a contratação de até dois funcionários e prevê o perdão de dívidas da categoria inscritas na Dívida Ativa da União.
A proposta, enviada pelo governo Lula, recebeu 461 votos favoráveis e quatro contrários. Os 12 deputados federais da Paraíba votaram a favor do texto, exceto o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), que estava presidindo a sessão.
Mesmo sem votar, o paraibano se posicionou a favor da matéria. “Eu me orgulho muito por podermos garantir aos microempreendedores justiça tributária, aumentando seu faturamento e também que possam contratar mais um trabalhador com carteira assinada, estimulando a geração de emprego e renda”, disse Motta.
O projeto segue agora para análise do Senado Federal.
Novo limite de faturamento do MEI
O limite de receita bruta anual do MEI está fixado em R$ 81 mil desde 2016. Pelo projeto aprovado, o teto passará para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
Para os microempreendedores que iniciarem as atividades durante o ano, o limite proporcional será de R$ 9.166,67 por mês, em 2027, e de R$ 11.666,67 mensais, em 2028.
A proposta também amplia o número de funcionários que podem ser contratados pelos microempreendedores individuais. Atualmente, a categoria pode empregar apenas um trabalhador. Com a mudança, será possível contratar até dois, desde que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional.
Projeto prevê perdão de dívidas do MEI
O texto concede remissão integral dos créditos de microempreendedores individuais inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026.
Para ter direito ao benefício, o MEI deverá manter em dia os recolhimentos de contribuições com vencimento nos seis meses seguintes à entrada em vigor da futura lei. O descumprimento dessa condição poderá resultar no cancelamento da remissão.
A proposta também exige que o beneficiário desista das ações judiciais em andamento na data em que a lei entrar em vigor. Nesses casos, não haverá cobrança de honorários advocatícios em razão da extinção do processo.
Ao defender a medida, o deputado Rubens Pereira Júnior afirmou que o objetivo é ajudar os microempreendedores a retomar as atividades e estimular a economia.
“Queremos aliviar o microempreendedor para que possa retomar suas atividades amplamente no mercado. Aquecer a economia, gerar emprego, beneficiar todos”, justificou.
Segundo estimativa do Poder Executivo, o impacto orçamentário relacionado à recuperação dos créditos será de R$ 1,1 bilhão em 2027, R$ 1 bilhão em 2028 e R$ 909 milhões em 2029.
Votos da Paraíba
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) -votouSim
Cb Gilberto Silva (PL-PB) -votouSim
Damião Feliciano (União-PB) -votou
SimGervásio Maia (PCdoB-PB) -votouSim
Hugo Motta (Republican-PB) -votouArt. 17
Leonardo Gadelha (Podemos-PB) -votouSim
Luiz Couto (PT-PB) -votouSim
Mersinho Lucena (PSD-PB) -votouSim
Murilo Galdino (Republican-PB) -votouSim
Ruy Carneiro (Podemos-PB) -votouSim
Wellington Roberto (PSD-PB) -votouSim
Wilson Santiago (Republican-PB) -votouSim
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