MAIS NOTICIAS
PORTAL REDAÇÂO PB
terça-feira, outubro 13, 2026
O Tribunal de Justiça da Paraíba abriu, na tarde desta terça-feira (13), a programação alusiva ao aniversário de 135 anos do TJPB. A abertura foi marcada com o desenrolar de dois grandes banners, com motivos referentes à data, estendidos na fachada do Palácio da Justiça – prédio sede do Poder Judiciário paraibano, localizado na praça João Pessoa, na Capital do Estado.
A programação segue na quarta-feira (15) - dia do aniversário do Tribunal -, com a realização de uma sessão solene, seguida com lançamento do livro-álbum comemorativo aos 135 anos da Corte de Justiça; de uma plaquete com depoimentos dos desembargadores que integram o TJPB; e da Revista do Foro - edição especial comemorativa.
O evento contará, também, com o lançamento de um Selo Comemorativo, impresso pelo Correios; apresentação da Medalha Comemorativa, e entrega de moedas com a logomarca dos 135 anos do Tribunal.
Obra de arte
A solenidade contará, ainda, com a entrega de uma obra de arte, assinada pelo artista plástico Flávio Tavares. Trata-se de uma pintura a óleo, intitulada “Varadouro”, de autoria do artista plástico paraibano Flávio Tavares, que retrata o início da Capital paraibana.
Abertura das solenidades
A abertura da programação comemorativa aos 135 anos do Tribunal contou com a presença do presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho; do vice-presidente da Corte de Justiça, desembargador João Batista Barbosa; e dos desembargadores Abraham Lincoln, Wolfram da Cunha Ramos e Onaldo Queiroga. O evento foi, ainda, prestigiado pela presidente da Aemp-PB, Nalva Coutinho, além de diretores, gerentes e servidores do TJPB.
O momento foi marcado pela colocação dos banners na fachada do Tribunal, com os dizeres: “O Futuro abraça o Passado”, se referindo ao recorte histórico evolutivo do Poder Judiciário estadual, o qual narra a história do TJPB, partindo do momento atual - das inovações -, para voltar no tempo, ao início da fundação do TJPB, com enfoque nos desafios e conquistas alcançados ao longo dos tempos.
Para o desembargador-presidente, Fred Coutinho, “é um momento de presente histórico, 135 anos de existência de uma instituição muito forte, uma existência de uma instituição que segue a população paraíba. Aqui se inicia a caminhada desse dia festivo que vai ser no dia 15 de outubro, com a colocação desses banners também de forma viva e histórica”. Ele lembrou, ainda, a vasta programação prevista para esta semana, em comemoração à existência do Tribunal de Justiça da Paraíba, o qual segundo enfatizou ser “um serviço a favor do cidadão”.
Já o vice-presidente do Tribunal, desembargador João Barbosa da Silva, ressaltou que além de ser um número representativo, 135 anos de existência do Judiciário do Estado da Paraíba, é também uma alegria para todos os paraibanos. “Sabermos que o Tribunal de Justiça sempre andou para a frente, sempre esteve na vanguarda dos grandes acontecimentos no Brasil e sempre fez por honrar a memória das pessoas que já trabalharam no TJ e também da população que recebe os trabalhos que são feitos pelo judiciário estadual, como um todo”.
Por sua vez, o presidente da Comissão de Cultura e Memória, desembargador Onaldo Queiroga, salientou que os 135 anos, que vem com o futuro abraçando o passado, é uma inovação muito importante na maneira de contar a relevante história do judiciário da Paraíba. Ele evidenciou ser uma forma de facilitar para que a juventude possa fazer uma leitura de como é o aspecto do TJPB hoje, comparando com o que foi anteriormente, na fundação do Tribunal.
“É relevante manter todo esse acervo da história e da memória do TJPB. Eu parabenizo o desembargador Fred, todo o Tribunal de Justiça, por esse significativo momento. É sempre digno, mostrar e manter acesa a chama de toda a história de um poder, principalmente o do Poder Judiciário da Paraíba”, realçou.
Por Lila Santos
PORTAL REDAÇÂO PB
terça-feira, outubro 13, 2026
portalarapuan
Família apura como ela embarcou sozinha para PortugalImagem meramente ilustrativa de um avião – (Foto: Reprodução/Pinterest)
A adolescente de 14 anos, filha do prefeito de Coronel Ezequiel (RN), Thales Farias (PL), localizada em Lisboa na segunda-feira (12), resiste ao pedido da família para retornar ao Brasil. Em um áudio obtido pelo Blog do BG, a jovem afirma estar mais feliz em Portugal e diz que talvez só volte em 2027.
A família tenta organizar o retorno da adolescente com apoio da Polícia Federal e das autoridades portuguesas. Segundo relatos, ela estava na casa de um jovem português de 21 anos, apontado como namorado, quando foi localizada.
Adolescente desapareceu de hotel em Natal
A jovem foi localizada após desaparecer na madrugada de segunda-feira (12) de um hotel em Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, onde estava hospedada com a família.
Imagens de câmeras de segurança do aeroporto de Lisboa mostram o jovem português buscando a adolescente na chegada a Portugal.
Segundo relato do prefeito à imprensa, a filha teria planejado a viagem enquanto a família passava o fim de semana em Natal. No sábado (10), Thales afirmou ter confiscado o celular da adolescente após encontrar mensagens trocadas com um perfil suspeito nas redes sociais.
Horas depois, ao procurá-la no quarto do hotel, ele percebeu que a filha havia desaparecido. De acordo com o relato, ela levou o próprio passaporte.
Família investiga autorização para viagem internacional
Um dos pontos investigados é como a adolescente conseguiu embarcar sozinha em um voo internacional. Pelas regras brasileiras, viagens de menores de idade ao exterior sem os pais ou responsáveis exigem autorização conforme as condições previstas na legislação.
Segundo Thales, a família foi informada de que havia uma autorização de viagem. No entanto, ainda não está esclarecido quem providenciou o documento nem quem pagou a passagem aérea.
A família contratou um advogado para apurar as circunstâncias da viagem e investigar uma possível irregularidade na autorização apresentada no embarque. Uma das suspeitas é que o documento tenha sido falsificado ou obtido de maneira irregular, hipótese que ainda precisa ser esclarecida.
Autoridades portuguesas acompanham o caso
A localização da adolescente em Lisboa ocorreu após uma atuação conjunta da Polícia Federal brasileira e das autoridades portuguesas.
Segundo as informações divulgadas, uma prima do prefeito que mora em Lisboa conseguiu localizar o endereço da jovem com informações repassadas pela polícia do aeroporto. Em seguida, levou a adolescente a uma delegacia local.
Um irmão de Thales, que mora na Espanha, viajou para Portugal para ajudar nas tratativas com a jovem e tentar convencê-la a retornar ao Brasil. Até o momento, porém, ela teria manifestado resistência à volta antes de 2027.
PORTAL REDAÇÂO PB
terça-feira, outubro 13, 2026
Pedido foi feito com base em matérias jornalísticas que mostraram mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro
Redação - Band.com
Foto: Rosinei Coutinho/STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, arquivou na última sexta-feira (9) um pedido de investigação e afastamento contra o ministro Alexandre de Moraes.
O pedido foi feito em março pelos advogados Paulo Faria e Filipe de Oliveira com base em matérias jornalísticas que mostraram mensagens trocadas entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Anteriormente, os advogados representaram o ex-deputado Daniel Silveira e o ex-assessor de Moraes, Eduardo Tagliaferro.
Fachin citou precedentes da Corte que autorizam o arquivamento de pedidos apresentados por cidadãos sem legitimidade para apuração de crimes contra autoridades com foro privilegiado.
“Os precedentes da Primeira Turma autorizam o imediato arquivamento da autodenominado ‘“’notitia criminis’”’, ao estabelecer que “qualquer pessoa que, na condição exclusiva de cidadão, apresente ‘notitia criminis’, diretamente a este Tribunal, em face de detentor de prerrogativa de foro, é parte manifestamente ilegítima para a formulação de pedido para a apuração de crimes de ação penal pública incondicionada”, afirmou Fachin na decisão.
Além disso, o presidente do STF rejeitou o pedido para obrigar o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União-AP) a pautar pedidos de impeachment contra ministros do STF, ao considerar que a medida não tem amparo legal e atenta contra a autonomia parlamentar.
“O ajuizamento de várias ações idênticas, em face do presidente do Senado Federal, imputando-lhe suposto crime de prevaricação, por alegada demora na análise de pedidos de impeachment protocolados por terceiros, revela-se manifestamente contrário à legislação de regência, que não estabelece qualquer prazo para sua apreciação”, concluiu.
PORTAL REDAÇÂO PB
terça-feira, outubro 13, 2026
Anderson Franca saiu de casa para trabalhar e foi morto após ser atingido por uma caminhonete no bairro do Cuiá.
“Quero justiça pela vida no meu esposo. nunca mais ele vai entrar por essa porta. Estou clamando como esposa. A família está destruída”. Essa é a revolta da noiva de Anderson Franca, motociclista que saiu de casa para trabalhar e foi morto após ser atingido por uma caminhonete no bairro do Cuiá, em João Pessoa, na madrugada desta segunda-feira (12).
Em entrevista ao programa Correio Verdade, da TV Correio, Clisllaine Evelinn, noiva de Anderson, relatou que eles iriam se casar no dia 7 de novembro. Revoltada, ela pediu por justiça e lembrou que Anderson era o principal responsável por cuidar da avó e do avô, ambos com mais de 80 anos.
“Quero justiça pela vida no meu esposo. nunca mais ele vai entrar por essa porta. Nunca mais ele vai chegar dando ‘bença mãe (avó), bença pai (avô)’, ‘amor, eu te amo’. Nunca mais a gente vai ouvir isso. Quero justiça. Você que fez isso com meu marido você é um ser humano digno de pena. Que Deus tenha misericórdia de você, porque você nem sequer socorreu ele. Ele não era um bicho, ele era um ser humano. A gente iria casar dia 7. Nosso casamento já estava todo programado. E agora? O que é que eu tenho? O que é que eu tenho? Só a dor”, contou Clisllaine.
Em outro momento da entrevista, Clisllaine pediu que a população ajude a polícia a encontrar o motorista que matou Anderson.
“Não sei explicar o que estou sentindo. Estou em pedaços. Me ajudem, não se calem. encontrem esse homem. Estou clamando como esposa. A família está destruída. Ninguém substitui ele. Ninguém sabe a dor que a gente está sentindo. A dor é muito grande. Hoje foi ele e vai esperar amanhã ser quem para tomar providências? Eu só quero justiça”, falou a noiva de Anderson.
O acidente
Anderson saiu de casa, por volta das 4h, para ir trabalhar na Ceasa, em João Pessoa. No meio do caminho, quando ele trafegava em um trecho da Rua Adalgisa Carneiro Cavalcante, no bairro do Cuia, no sentido Cuiá-José Américo, ele foi atingido pela caminhonete e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local.
Testemunhas e um delegado que atendeu a ocorrência inicialmente, relataram que o motorista da caminhonete estava bebendo em um bar e saiu do local dirigindo.
Imagens de câmeras de segurança mostram ele realizando manobras perigosas em ruas do Cuiá e, em seguida, causando o acidente.
Assinar:
Postagens (Atom)




