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Guarda Municipal e Polícia Militar recuperam três motos e prendem dois suspeitos em 48 horas em Alhandra




Ações ocorreram nas regiões das rodovias PB-034 e PB-028, no trecho de acesso à Elizabeth Cimentos, e são resultado da atuação integrada das forças de segurança

Em um intervalo de apenas 48 horas, a Guarda Municipal de Alhandra, em conjunto com a Polícia Militar, recuperou três motocicletas e realizou a prisão em flagrante de dois indivíduos suspeitos de envolvimento em assaltos na região das rodovias PB-034 e PB-028, no trecho de acesso à Elizabeth Cimentos.

As ocorrências fazem parte de uma ação integrada das forças de segurança para reforçar o patrulhamento e combater crimes registrados na região. As motocicletas foram recuperadas durante as operações, enquanto os dois suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados para os procedimentos cabíveis.

De acordo com a Secretaria Municipal de Segurança, a atuação conjunta entre a Guarda Municipal e a Polícia Militar tem permitido uma resposta mais rápida às ocorrências e ampliado a presença das forças de segurança em pontos estratégicos do município.

“Em apenas 48 horas, nossas forças de segurança deram uma resposta rápida à população. A integração entre a Guarda Municipal e a Polícia Militar mostra que, quando trabalhamos juntos, conseguimos proteger melhor nossa população e combater a criminalidade”, destacou o secretário de Segurança de Alhandra Klebson Figueiredo.

A gestão municipal afirma que a integração entre as forças de segurança continuará sendo utilizada como estratégia para ampliar a proteção da população e enfrentar ocorrências criminosas no município.

URGENTE: Fux toma 1ª decisão em caso contra Viviane Barci e Vorcaro



Por Jornal da Cidade Online 


O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), apresente, em até dez dias, informações sobre os registros de entrada e saída da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, e de Daniel Vorcaro, ex-dono do antigo Banco Master, nas dependências do Senado.

A decisão foi proferida nesta quarta-feira, 23, durante a análise de um mandado de segurança apresentado pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo).

O pedido protocolado no Supremo solicita acesso aos registros de entrada e saída de oito pessoas no Senado desde 1º de fevereiro de 2019. Além de Viviane Barci e Daniel Vorcaro, estão incluídos Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão do presidente.

Em sua manifestação inicial, Fux afirmou não identificar, neste momento, uma violação à intimidade ou às informações pessoais das pessoas mencionadas em razão do pedido apresentado ao STF.
“Considerando que, por ora, não se vislumbra violação da intimidade ou de informações pessoais a partir da pretensão do impetrante”, escreveu o ministro.

Com base nessa avaliação preliminar, o magistrado determinou que Alcolumbre forneça especificamente informações relacionadas aos registros de acesso das oito pessoas citadas na ação.

Fux ainda não determinou divulgação dos registros

Apesar de estabelecer o prazo para manifestação do presidente do Senado, a decisão de Fux não determina, neste momento, que os registros de entrada e saída sejam tornados públicos.



O despacho representa uma etapa inicial do processo. Antes de qualquer decisão sobre eventual divulgação dos dados, o Senado deverá apresentar as informações solicitadas pelo ministro.

A Advocacia do Senado também deverá ser comunicada oficialmente sobre a ação. Fux determinou que o órgão receba uma cópia do pedido inicial apresentado ao Supremo, mas sem os documentos que foram anexados ao processo.



Após o cumprimento dessas providências, o processo será encaminhado ao Ministério Público. A instituição terá prazo improrrogável de dez dias para apresentar seu parecer sobre o caso.

A manifestação do Ministério Público será uma das próximas etapas antes de uma eventual decisão de mérito sobre o pedido de acesso aos registros.

TRE-PB rejeita pedido de tropas federais para Santa Rita

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Corte considerou informações sobre o reforço da segurança estadual e descartou necessidade de tropas do Exército no municípioServidores atuarão em esquema especial entre agosto e outubro para atender demandas urgentes. Foto: Divulgação

O pleno do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) rejeitou, nesta quarta-feira (23), o pedido de envio de tropas federais para reforçar a segurança das eleições de 2026 em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.

A solicitação havia sido feita pelo Juízo da 3ª Zona Eleitoral de Santa Rita, diante de um cenário de violência apontado em um relatório de inteligência elaborado pelas polícias Militar e Civil.

O caso teve relatoria do vice-presidente do TRE-PB, desembargador João Benedito, e foi apresentado na sessão pelo presidente da Corte, Márcio Murilo. Segundo ele, o Governo da Paraíba informou que as forças de segurança estaduais são suficientes para garantir a normalidade das eleições.

Durante a sessão, Márcio Murilo também destacou que, mesmo sem uma requisição formal de tropas federais, o Exército Brasileiro informou que estará disponível para atuar caso a Justiça Eleitoral identifique necessidade de apoio.
TRE-PB considera reforço federal desnecessário

Ao analisar o pedido, o relator afirmou que a presença de policiais do Exército nas ruas não seria necessária diante do planejamento já realizado pelas forças de segurança.


“A recolocação estratégica de policiais do Exército nas ruas torna-se desnecessária. Não só pela prontidão de estar perto desse local específico, como também porque as outras forças de segurança já planejaram cautelarmente”, afirmou o relator.

O Ministério Público Eleitoral também se posicionou contra a convocação do Exército. Para o procurador Marcos Alexandre Queiroga, apesar da situação de segurança exigir atenção, não foram identificados indícios de interferência criminosa nas eleições.


“Apesar da situação de segurança espirar muito cuidado, mas essa situação concreta, assim como outras três que já analisamos, não traz nenhum indício de interferência criminosa nas eleições”, pontuou.
Operação Voto Seguro terá 6,2 mil policiais

A decisão do TRE-PB também levou em consideração as informações apresentadas pelo Governo da Paraíba sobre o planejamento de segurança para as eleições.

Segundo o Estado, a Operação Voto Seguro 2026 contará com aproximadamente 6.200 policiais militares distribuídos pelos municípios paraibanos.

Com base nesse planejamento, pedidos de tropas federais também já foram negados para os municípios de Bayeux, Itabaiana e Piancó.

Vaza a "fúria" de Messias contra Andrei Rodrigues: "Eu teria mandado te prender"



Por Jornal da Cidade Online

O advogado-geral da União, Jorge Messias, confrontou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, durante uma reunião no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no último dia 4.

Segundo relatos, Messias questionou diretamente o chefe da PF:
"Você está me espionando?"

Em seguida, perguntou:
"É verdade que estão monitorando o meu telefone?"

O episódio ocorreu após Lula e Messias participarem de uma cerimônia no Palácio do Planalto para a sanção de leis relacionadas ao sistema de Justiça. Depois do evento, os dois receberam Andrei Rodrigues na sala presidencial. Pessoas que tiveram acesso aos relatos classificaram o encontro como "duro", "tenso" e "ríspido", com Lula acompanhando a discussão.

A discussão expôs divergências que já vinham se acumulando entre o chefe da AGU e o diretor-geral da PF em torno das investigações relacionadas ao Banco Master. Segundo o relato, os dois passaram a demonstrar desconfiança em relação às respectivas atuações no caso.

Messias acreditava estar sendo monitorado pela estrutura de inteligência da Polícia Federal e, diante disso, avaliava a possibilidade de contestar decisões tomadas pelo ministro André Mendonça, relator do inquérito. A AGU, contudo, resistia à iniciativa por entender que uma contestação poderia abrir espaço para que as defesas questionassem a validade das investigações.


Andrei Rodrigues, por sua vez, defendia que as medidas relacionadas à atuação de Mendonça deveriam ser enfrentadas para preservar o andamento das apurações. O diretor da PF também demonstrava incômodo com o fato de informações sobre suas conversas privadas, quando relacionadas a Messias, chegarem rapidamente ao conhecimento do ministro do Supremo Tribunal Federal.

Durante o encontro com Lula, Rodrigues negou categoricamente que Messias estivesse sendo monitorado pela PF. De acordo com relatos atribuídos a pessoas próximas ao diretor-geral, Andrei respondeu em tom elevado e classificou a postura do chefe da AGU como "chilique". Também teria afirmado que Messias, por ser evangélico, deveria dar sermão na igreja, e não no Palácio do Planalto. Messias, entretanto, permaneceu desconfiado e advertiu que Andrei Rodrigues poderia ser responsabilizado formalmente por suas ações. Quatro dias depois, em 8 de setembro, André Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal. Na decisão, o ministro apontou a existência de um suposto "monitoramento sistemático" e "ilícito" contra ele próprio e Jorge Messias.

O afastamento de Andrei Rodrigues, determinado em 8 de setembro, provocou outro desentendimento entre ele e Jorge Messias. A Advocacia-Geral da União apresentou recurso contra a decisão de Mendonça, mas o diretor-geral da PF não havia autorizado que a instituição atuasse em seu nome. Segundo relatos de interlocutores da AGU e da Polícia Federal, Rodrigues telefonou para Messias e foi direto:
"Você está proibido de recorrer em meu nome". Messias respondeu:
"Eu vou recorrer em nome do presidente da República".

Na mesma conversa, o ministro negou ter qualquer responsabilidade pela decisão que havia determinado o afastamento de Rodrigues. Messias afirmou ainda:
"Se eu tivesse de fazer alguma coisa com você, eu teria mandado te prender. Então, se não foi preso, não fui eu".

Depois do episódio, Andrei Rodrigues decidiu não utilizar a assistência jurídica da AGU, contratou uma advogada particular e apresentou uma ação ao ministro Flávio Dino. O pedido foi acolhido, e o diretor-geral acabou reintegrado ao cargo em menos de 24 horas.


A declaração teria sido acompanhada de críticas à atuação do advogado-geral.

Sindicato dos Médicos repudia agressão verbal a médica por vereador em hospital de Caaporã






CAAPORÃ / PB – O Sindicato dos Médicos da Paraíba (SIMED-PB) publicou um pronunciamento manifestando repúdio contra um episódio de agressão verbal sofrido por uma médica durante o exercício de sua profissão no município de Caaporã.

De acordo com a denúncia, a médica estava em plantão no hospital municipal, atendendo a diversos pacientes em uma unidade lotada, quando foi verbalmente agredida por um vereador da cidade.

Em pronunciamento, o representante do sindicato destacou que a função do parlamentar deve se limitar à fiscalização e ao trabalho legislativo, sem invadir ou tumultuar o ambiente hospitalar:
"O vereador pode até fiscalizar, mas não destratar nenhum servidor público. Se estiver procurando voto, que vá procurar nas casas dos eleitores, mas dentro do hospital não. 

Respeite a população, os pacientes e os profissionais."

Ações e Providências
O SIMED-PB informou que está acompanhando o caso e prestando todo o suporte psicológico e jurídico necessário à profissional. O sindicato fará denúncias formais ao Conselho Regional de Medicina (CRM-PB) e ao Ministério Público, cobrando posicionamento da direção do hospital, da Secretaria Municipal de Saúde e da Câmara de Vereadores de Caaporã para a apuração da conduta do parlamentar.

ADVOGADO BRUNO LEANDRO DE SOUZA AFIRMA QUE MÉDICA JÁ FOI LOCALIZADA E AUTORIDADES SÃO INDICIADAS EM CASO DE CAAPORÃ





"Chega de violência!", defende representante legal; ofício direto da presidência resultou em apuração e indiciamento de membros do Ministério Público
CAAPORÃ — 23 de setembro de 2026 — O advogado Bruno Leandro de Souza, representante da médica envolvida no caso que mobiliza a população de Caaporã, no Litoral Sul da Paraíba, divulgou pronunciamento oficial nesta semana trazendo desdobramentos importantes: a profissional foi localizada e medidas rigorosas estão sendo tomadas contra autoridades que dificultaram ou omitiram informações sobre o caso.

A declaração

Em gravação compartilhada nas redes sociais, o advogado revela que a médica já foi encontrada e que a situação ganhou novos capítulos:

"Ofício direto da presidência — um Ministério Público já foi indiciado, além de outros envolvidos."

A fala confirma que não apenas a profissional está sendo amparada, mas que houve abertura de procedimento administrativo e criminal contra integrantes do Ministério Público e de outras instituições, com base em determinação de instância superior, visando esclarecer condutas possivelmente irregulares.

Bruno Leandro de Souza encerrou com tom firme: "Chega de violência!", em referência ao que classifica como perseguição, omissão e agressões sofridas pela médica e por quem buscou apurar os fatos.

O contexto

O caso ganhou repercussão após o pronunciamento do vereador Camarão, que afirmou publicamente ter localizado a profissional e cobrado providências das autoridades. A população de Caaporã acompanha com preocupação os desdobramentos, especialmente diante de denúncias de que a médica teria sido afastada, ameaçada ou tido sua integridade colocada em risco no exercício da função.

A atuação do advogado representa, segundo ele, uma resposta direta à omissão de autoridades que deveriam proteger a profissional e garantir o funcionamento regular dos serviços de saúde no município.

Medidas em curso

- A médica foi localizada e está sob acompanhamento jurídico

- Ofício de instância superior acionou apuração contra membros do Ministério Público

-  Indiciamento de envolvidos já foi formalizado

- Novas diligências e audiências públicas estão sendo articuladas

Repercussão

O caso tornou-se símbolo de denúncia contra a violência institucional e a perseguição a profissionais de saúde no interior da Paraíba. A fala do advogado foi compartilhada milhares de vezes e recebeu apoio de moradores, de vereadores e de outras lideranças regionais.

A expectativa agora é que sejam divulgados os nomes dos indiciados, a motivação exata dos fatos e as medidas de proteção à profissional de saúde. A população de Caaporã segue atenta e cobrando transparência total.



Fontes:

Bruno Leandro de Souza — advogado, pronunciamento em vídeo | Instagram: @brunoleandrodesouza, 23/09/2026


- Acompanhamento: cobertura regional sobre acontecimentos em Caaporã-PB

Câmara de Alhandra aprova criação do Dia Municipal da Pessoa Capoeirista




ALHANDRA (PB) — A Câmara Municipal de Alhandra aprovou, em Sessão Ordinária realizada nesta segunda-feira (21), o Projeto de Lei nº 009/2026, que institui o Dia Municipal da Pessoa Capoeirista. De autoria do vereador Manoel do Posto, a medida estabelece o dia 15 de julho como data oficial no município, integrando o Calendário Oficial de Eventos da cidade.

A iniciativa visa reconhecer e valorizar a capoeira enquanto expressão fundamental da cultura afro-brasileira, destacando o papel essencial de mestres, mestras, professores, instrutores e praticantes na preservação dessa tradição secular no município.
Fortalecimento cultural e ações educativas

A nova legislação abre caminho para a realização de atividades educativas, culturais, esportivas e de inclusão social em praças, escolas, centros culturais e demais espaços públicos de Alhandra. Entre as diretrizes previstas no projeto estão:

Educação e Memória: Ações voltadas ao resgate histórico da capoeira e à transmissão de conhecimentos para as novas gerações.


Combate ao Preconceito: Promoção da igualdade racial e conscientização no combate ao racismo.


Valorização Local: Fortalecimento dos grupos e manifestações populares da cultura afro-brasileira já presentes no município.
Alinhamento com a legislação nacional

A escolha do dia 15 de julho alinha o município à legislação federal, que instituiu o Dia Nacional da Capoeira por meio da Lei nº 15.469/2026. Com a aprovação na Câmara, a proposta segue os trâmites regulamentares para consolidação no município, reforçando o compromisso local com a salvaguarda do patrimônio cultural.

VEREADOR CAMARÃO SE PRONUNCIA E DIZ TER ENCONTRADO MÉDICA ENVOLVIDA EM CASO QUE COMOVE CAAPORÃ




Declaração foi feita em pronunciamento público e ganhou repercussão nas redes sociais
CAAPORÃ — 23 de setembro de 2026 — O vereador Camarão realizou pronunciamento público no qual afirmou ter localizado a profissional de saúde que está no centro de um caso que mobiliza a população de Caaporã, no Litoral Sul da Paraíba. A declaração foi compartilhada nas redes sociais e vem sendo amplamente comentada na região.

A declaração

Em gravação divulgada nesta semana, o parlamentar discursou em plenário e afirmou, de forma direta: "eu encontrei uma médica", referindo-se à profissional que vinha sendo procurada ou cuja situação vinha sendo cobrada pela comunidade. A fala gerou expectativa sobre esclarecimentos e possíveis desdobramentos do caso.

O vereador não entrou em detalhes imediatos sobre a identidade da profissional, o local onde a encontrou nem quais providências serão adotadas a partir de agora. que acompanha acontecimentos do município.

O contexto

O caso da médica de Caaporã tem chamado atenção nos últimos dias. A população cobra esclarecimentos sobre circunstâncias envolvendo atendimento, assistência ou situação relacionada à saúde pública no município. A confirmação de que a profissional foi localizada é vista como um passo importante para que os fatos sejam devidamente apurados.

Próximos passos

A população e autoridades aguardam novas manifestações do vereador Camarão, bem como pronunciamento oficial da Prefeitura Municipal, da Secretaria de Saúde ou do Ministério Público, para que sejam apresentados detalhes do caso, a situação da profissional envolvida e medidas que serão tomadas.

A expectativa é que novas informações sejam divulgadas nos próximos dias e tragam clareza aos fatos.



 Fonte:

- Perfil @vei_da_maniva — vídeo de pronunciamento do vereador Camarão, publicado em 23/09/2026

- Informações complementares: acompanhamento de acontecimentos no município de Caaporã-PB