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Justiça rejeita pedidos de tropas federais para Piancó e Bayeux nas Eleições 2026




As decisões seguem a mesma linha adotada pela Corte no último dia 2 de julho, quando o TRE-PB também negou o envio de tropas federais para Itabaiana, mas determinou o reforço do esquema de segurança com atuação ampliada das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal.

PorEmmanuela Leite

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) negou o pedido de tropas federais para garantir a segurança das Eleições Gerais de 2026 nos municípios de Piancó e Bayeux, após os próprios juízes eleitorais desistirem das solicitações. Em sessão realizada nesta segunda-feira (13), o Pleno rejeitou, por unanimidade, os pedidos. Outro município que também teve o pedido negado foi Itabaiana, no início de julho.

As decisões seguem a mesma linha adotada pela Corte no último dia 2 de julho, quando o TRE-PB também negou o envio de tropas federais para Itabaiana, mas determinou o reforço do esquema de segurança com atuação ampliada das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal.

O primeiro caso analisado foi o de Piancó, onde o pedido havia sido formulado pelo juiz da 32ª Zona Eleitoral, Pedro Vasconcelos, devido ao acirramento da polarização política na cidade.

Já o de Bayeux foi apresentado pelo juiz da 61ª Zona Eleitoral de Bayeux, Francisco Antunes Batista, devido ao risco de interferência de facções criminosas no resultado das urnas. Na eleição municipal em 2024, houve reforço do Exército no dia da eleição. Ele, no entanto, também encaminhou desistência após parecer da Corregedoria Regional Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral concluírem que não havia elementos que justificassem uma medida de caráter excepcional.

“Os dois magistrados chegaram à conclusão de que não era necessária a requisição de tropas federais, o que evidencia a importância da reunião promovida pelo Tribunal. O tema foi amplamente discutido, com a participação das forças de segurança, e ficou demonstrado que não havia necessidade da atuação de tropas federais, medida que deve ser reservada a situações de absoluta excepcionalidade”, afirmou o relator, presidente do TRE-PB, desembargador Márcio Murilo.

Acompanharam ambos os votos do relator: o vice-presidente e corregedor regional eleitoral, desembargador João Benedito da Silva, e os desembargadores eleitorais Kéops Vasconcelos, Rodrigo Clemente, Helena Fialho e Rodrigo Marques.



Durante a sessão, o procurador regional eleitoral, Marcos Queiroga, afirmou que o resultado demonstra a importância do diálogo entre a Justiça Eleitoral e as forças de segurança pública. Segundo ele, as reuniões promovidas pelo TRE-PB permitiram uma avaliação técnica da situação nos municípios e evidenciaram que não estavam presentes os requisitos para a convocação de tropas federais, medida prevista apenas para situações de absoluta excepcionalidade.

Caminhoneiros fazem paralisações para cobrar reajuste do frete com MP no Senado




A MP do Frete altera as regras da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. A demora na votação provocou a paralisação.

PorEmmanuela Leite

O primeiro período da paralisação dos caminhoneiros para pressionar pela votação da Medida Provisória (MP) nº 1.343, MP do Frete gerou diversas manifestações nos trechos de rodovias portuárias e outras estradas, nesta segunda-feira (13), no Porto de Santos (SP), Itajaí (SC) e Porto de Suape (PE), além da BR-040, em Luziânia (Goiás). A demora na votação provocou a paralisação.

Em Santos, há uma parte que dá acesso à margem direita do porto que foi bloqueada. O Porto de Santos é o maior do hemisfério sul. Cerca de 7,5 mil caminhões passam no local diariamente em uma área de 120 km de acessos internos.

A assessoria do local informou que monitora a movimentação e que não houve um bloqueio de acesso: apenas uma carreta que parou por menos de uma hora e que permitia a passagem quando solicitada.

“A APS (Autoridade Portuária de Santos) informa que as operações portuárias ocorrem sem anormalidades na data da hoje (13/07), bem como não registro de impactos no trânsito das vias portuárias decorrentes do protesto, estando as vias estão totalmente liberadas. No início da manhã houve um bloqueio parcial no acesso ao Porto, por menos de uma hora, no qual os manifestantes permitiam a passagem quando solicitada”, diz em nota.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que monitora as rodovias, mas que não há registros de interdição por parte dos caminhoneiros.

A Medida Provisória (MP) nº 1.343, conhecida como MP do Frete, pode caducar no Congresso caso o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não coloque a proposta para votação até esta quinta-feira (16). A demora é o pivô da paralisação dos caminhoneiros, que começou nesta segunda-feira (13).

A proposição altera as regras da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas para estabelecer mecanismos de fiscalização do frete e um piso salarial nacional para trabalhadores celetistas do transporte de cargas no valor de R$ 5 mil.



Com Metrópolis

Gestão Marcelo Rodrigues e Zilda do Varejão transforma Hospital de Alhandra em referência regional com mais de 31 mil atendimentos




Unidade ultrapassou 31 mil atendimentos de urgência no primeiro semestre de 2026, apresenta alta capacidade de resolução dos casos e reforça o novo momento da saúde pública no município



A gestão do prefeito Marcelo Rodrigues e da vice-prefeita Zilda do Varejão vem construindo um novo capítulo na saúde pública de Alhandra. O Hospital Municipal Alfredo de Almeida Ferreira (HMAAF) registrou 31.170 atendimentos de urgência entre janeiro e junho de 2026, consolidando-se como uma das principais portas de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) no Litoral Sul da Paraíba.

Os números refletem uma realidade bem diferente daquela vivida pelo município em anos anteriores, quando o hospital permaneceu fechado durante parte da gestão do então prefeito Renato Mendes. Desde a reabertura e reestruturação promovidas pela atual administração, a unidade passou a ampliar sua capacidade de atendimento, investir em novos serviços e fortalecer a assistência hospitalar.

*Mais de 31 mil atendimentos em apenas seis meses*

O relatório da Secretaria Municipal de Saúde aponta que o hospital realizou no primeiro semestre de 2026:

31.170 atendimentos de urgência;

27.268 atendimentos de moradores de Alhandra;

3.902 atendimentos de pacientes de outros municípios, reforçando o papel regional da unidade;

164 internações hospitalares decorrentes dos atendimentos de urgência.


Atendimentos do Hospital

(1º semestre de 2026)




O mês de março registrou o maior movimento do semestre, com 6.653 atendimentos, representando um crescimento de 50,49% em relação a fevereiro.

*Hospital atende Alhandra e municípios vizinhos*

Além de atender a população alhandrense, o Hospital Municipal também vem recebendo pacientes de cidades vizinhas.

Origem dos pacientes



De acordo com o relatório, 87,48% dos atendimentos foram destinados aos moradores de Alhandra, enquanto 12,52% atenderam pacientes de outros municípios, demonstrando a importância regional da unidade.

*Alta capacidade de resolução*

Outro indicador que chama atenção é a eficiência do hospital. Das mais de 31 mil pessoas atendidas, apenas 164 precisaram de internação, resultando em uma taxa global inferior a 1%, o que evidencia a elevada capacidade de resolução clínica da equipe médica e multiprofissional.

O levantamento também mostra que cerca de 70% dos pacientes foram classificados como risco verde, caracterizando casos de baixa urgência resolvidos no próprio hospital, enquanto apenas 1,24% correspondiam a ocorrências de maior gravidade.

O prefeito Marcelo Rodrigues destacou que os resultados refletem os investimentos realizados pela gestão na recuperação da saúde pública municipal.

"Encontramos desafios importantes quando assumimos a gestão, mas fizemos a escolha de investir na saúde e fortalecer o nosso hospital. Hoje temos uma unidade funcionando plenamente, atendendo milhares de pessoas com qualidade e servindo de referência para toda a região."

A vice-prefeita Zilda do Varejão ressaltou que os números demonstram o compromisso da gestão com o cuidado às pessoas.

"Esses resultados representam vidas atendidas, famílias acolhidas e um hospital que voltou a cumprir seu papel de cuidar da população. Seguiremos investindo para fortalecer ainda mais a nossa rede de saúde."

*Saúde fortalecida*

Os indicadores do primeiro semestre confirmam a transformação do Hospital Municipal Alfredo de Almeida Ferreira em uma unidade de referência para Alhandra e para o Litoral Sul da Paraíba.

Com mais de 31 mil atendimentos, ampliação dos serviços especializados e investimentos contínuos na estrutura da saúde, a gestão de Marcelo Rodrigues e Zilda do Varejão consolida um modelo de assistência voltado para a eficiência, a humanização e o acesso da população aos serviços públicos de saúde.

Motociclista perde controle do veículo e bate em grade e muro na Ladeira do Cuiá, em João Pessoa

 


O impacto envolvendo o motociclista, aconteceu exatamente quando uma ambulância do Corpo de Bombeiros passava pelo local, o que facilitou o socorro.
PorMônica Melo


Um motociclista perdeu controle do veículo e bateu em uma grade e um muro na Ladeira do Cuiá, em João Pessoa. O momento do acidente, ocorrido no final da manhã de hoje (12), foi registrado por câmeras de monitoramento.



O impacto aconteceu exatamente quando uma ambulância do Corpo de Bombeiros passava pelo local, o que facilitou o socorro.

Nas imagens, percebe-se que o condutor transitava em uma velocidade considerada alta e seguia pelo trecho da via destinado prioritariamente a ciclistas momentos antes da colisão.

Inmet emite alerta de clima excessivamente seco hoje para 86 cidades da Paraíba




Nas regiões afetadas pelo alerta do Inmet, há baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um novo aviso de perigo potencial de baixa umidade para 86 cidades do interior da Paraíba. O aviso do Inmet é válido das 12h até às 18h de hoje (12).Inmet emite alerta de clima excessivamente seco hoje para 86 cidades da Paraíba

Nas localidades afetadas, a umidade relativa do ar estará variando entre 30% e 20%. Há baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

A baixa umidade do ar (abaixo de 30%) causa desidratação e o ressecamento das mucosas do corpo. Isso agrava problemas respiratórios (como asma e rinite), provoca sangramento nasal e garganta seca, resseca os olhos e a pele, além de aumentar a sensação de cansaço e dor de cabeça. O tempo seco retém poeira e poluentes suspensos por mais tempo.

Flávio e Valdemar, o Brasil não merece esta lama




A disputa presidencial exige um debate sobre o futuro do Brasil, não sobre denúncias e escândalos

Redação Brasil 247

A candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro chega à disputa cercada por uma sucessão de investigações, controvérsias e acusações que acompanham sua trajetória política há anos. O caso das chamadas “rachadinhas”, a homenagem ao ex-policial Adriano da Nóbrega e a contratação de familiares ligados a ele, as dúvidas levantadas sobre a compra subfaturada de uma mansão em Brasília e, mais recentemente, as revelações envolvendo recursos não esclarecidos e superfaturados para o filme Dark Horse e sua aproximação política com o Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro, compõem um conjunto comprometedores que merecem o repúdio da sociedade durante a campanha eleitoral.



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No caso envolvendo o Banco Master, as informações divulgadas evidenciam um conluio entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, que está preso e responde a graves acusações de fraude contra investidores atraídos por retornos milagrosos que nunca se confirmaram.

Entre elas estão denúncias de intimidação física contra funcionários e inimigos, além da produção de dossiês contra banqueiros brasileiros, como Milton Maluhy, presidente do Itaú, e André Esteves, controlador do BTG Pactual.

A aliança entre a elite financeira do pais e o bolsonarismo é cada vez, portanto, página virada, o que deve repercutir também na atitude da mídia conservadora.


Flávio Bolsonaro, ademais, não se vexou de viajar aos Estados Unidos para, em depoimento num processo manipulado pela Casa Branca para impor tarifas altíssimas às exportações do Brasil, ajoelhar-se diante do aos governo de Donald Trump. Em sua fala, Flavio na prática deu sinal verde para as tarifas contra sua pátria. Limitou-se a defender, retoricamente apenas, seu adiamento para depois das eleições o que equivale a um convite perigoso para que uma potência adversária intervenha mais uma vez em processo soberano brasileiro.

Mesmo depois da condenação de seu pai como chefe da organização que tentou dar um golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023, Flavio Bolsonaro segue defendendo aqueles criminosos que buscaram a abolição violenta do regime democrático.

Flávio segue ainda minimizando a responsabilidade, inclusive a sua, daqueles que, liderados por seu pai, facilitaram as condições para que o Brasil, desnecessariamente, registrasse mais de 700 mil mortos durante a pandemia de Covid-19.

Ao lado de Flávio Bolsonaro está o notório Valdemar Costa Neto. Nesta semana que passou, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou a indisponibilidade dos bens de Valdemar no equivalente a R$ 119 milhões no âmbito de investigações exemplares sobre desvios de recursos provenientes de emendas parlamentares que constituem um câncer a afetar o processo legislativo do país.
No caso, as investigações discutem justamente a utilização de verbas de emendas em favor do presidente de um partido político que não exerce mandato parlamentar nem pode estar envolvido na criação nem na gestão desse instrumento orçamentário. Valdemar é o cacique, aquele que dita o tom de um partido que hospeda em seus quadros não apenas Jair e Michele, mas também o ex-governador do Rio Claudio Castro e o líder na Câmara Sóstenes Cavalcante.


A eleição presidencial deve ser uma escolha entre projetos capazes de fortalecer o Brasil, ampliar seu desenvolvimento, proteger sua soberania e elevar a qualidade de vida da população. É desse patamar que a sociedade espera o debate entre os candidatos à Presidência da República.

A disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro contrapõe trajetórias políticas profundamente distintas. De um lado, um presidente que quer afirmar nas urnas a aprovação dos méritos do seu terceiro mandato e lançar nelas o projeto transformador de um quarto mandato que vise elevar o país à condição de nação desenvolvida.
De outro, um candidato contra o Brasil, a favor de tarifas, contra o Pix, a favor da exclusividade para cartões estrangeiros, ligado ao crime organizado, beneficiado por recursos roubados pelo Banco Master, defensor do golpe e corresponsável pelo genocídio da Covid, cuja caminhada política exala um odor de compromisso com a degeneração da politica, infiltrada pela criminalidade.

O Brasil merece uma campanha presidencial voltada ao desenvolvimento, à indústria, ao emprego, à educação, à ciência e à defesa da soberania nacional. É essa discussão que interessa ao país e que deve prevalecer sobre a sucessão de ações nebulosas que não deveriam ser objeto do escrutínio eleitoral, pois pertencem mais aos âmbitos da prática criminal e da traição nacional.