JOÃO PESSOA — Em ato público promovido pelo Sindicato dos Vigilantes do Estado da Paraíba (SINDVIG-PB), a categoria voltou a se mobilizar na capital paraibana cobrando o cumprimento de direitos trabalhistas, valorização profissional e condições dignas de trabalho nos postos de serviço ligados aos órgãos da administração estadual, incluindo a Secretaria de Estado do Turismo e do Desenvolvimento Econômico.
Representados pelo presidente do sindicato, Roosevelt Batista Carvalho Silva Junior, os trabalhadores denunciam a falta de diálogo e a precarização dos serviços de segurança privada prestados em prédios públicos estaduais. Com documentos em mãos e em frente às sedes governamentais, a liderança sindical cobra respostas imediatas do Governo do Estado e das empresas terceirizadas contratadas.
Principais Reivindicações da Categoria
Cumprimento do Piso Salarial e Benefícios: Exigência de repasse e pagamento em dia de salários, adicionais de periculosidade e vale-alimentação ajustados conforme as convenções coletivas de trabalho vigentes.
Condições Dignas de Trabalho: Garantia de infraestrutura adequada, equipamentos de proteção (EPIs) regularizados e escalas de trabalho compatíveis com a legislação trabalhista para os profissionais alocados nas secretarias.
Fiscalização dos Contratos Terceirizados: Solicitam ao Governo da Paraíba maior rigor e fiscalização sobre as empresas de segurança privada contratadas pelo Estado, evitando calotes trabalhistas e atrasos recorrentes no pagamento dos vigilantes.
Diálogo Direto e Abertura de Mesa de Negociação: A categoria cobra a abertura formal de um canal de negociação com os gestores das pastas estaduais e a Secretaria de Administração para alinhar o cumprimento das pautas trabalhistas.
Mobilização Contínua
Segundo a diretoria do SINDVIG-PB, a vigilância privada é serviço essencial para a segurança de servidores, usuários e da infraestrutura pública. Caso os órgãos responsáveis e as empresas prestadoras não apresentem soluções efetivas para as pendências apontadas, novos atos e paralisações pontuais não estão descartados no estado.

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