EXCLUSIVO: Como a esquerda tentou atingir Flávio Bolsonaro com a maior covardia dessa eleição
Por Jornal da Cidade Online
Em mais um capítulo de uma das eleições mais difíceis da história do Brasil, começou a circular a notícia que o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, caso eleito, tiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
Tudo começou com um comentário equivocado na GloboNews. A jornalista Maria Cristina Fernandes falou de um suposto movimento de evangélicos que estaria mobilizando um projeto de lei para retirar a santa da condição de padroeira, sugerindo que isso poderia mobilizar católicos a favor de Lula. O trecho viralizou rapidamente e foi distorcido nas redes, associando a ideia diretamente a Flávio Bolsonaro.
Horas depois, a própria emissora se retratou no “Edição da Meia-Noite”: a proposta citada era de dezembro de 2007, apresentada por um deputado da época e arquivada em agosto de 2008. Pediram desculpas pelo erro.
Flávio reagiu com clareza, denunciando a mentira. Mas a correção não impediu a atuação da máquina de propaganda da esquerda. Deputados e vereadores de partidos como PSOL, PT e PCdoB embarcaram de cabeça no boato, mesmo após o desmentido oficial. Um ranking de engajamento nas redes mostrou nomes como Erika Hilton, Ivan Valente, Alencar Santana, Jandira Feghali e Anielle Franco entre os que mais ajudaram a bombar a desinformação. Alguns admitiam que o projeto era antigo e arquivado, mas insistiam em vincular Flávio à possibilidade de “retorno” do tema.
Outros simplesmente repetiam a mentira sem pudor, debochando do candidato e tentando criar um conflito artificial entre católicos e evangélicos.
Diante da gravidade da situação, o ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que plataformas como X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube removessem publicações que apresentavam como verdadeira a alegação de que Flávio ou sua família pretendiam retirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida. Ele classificou a informação como “notoriamente inverídica” e fixou multa diária de R$ 50 mil por descumprimento. A decisão também exige atuação preventiva das redes contra novos conteúdos semelhantes.
Eis que veio o ministro Flavio Dino e derrubou a decisão da Mendonça, determinando que as plataformas reestabeleçam publicações removidas após ação do senador Flavio Bolsonaro. A defesa do candidato apontou que a narrativa já havia alcançado mais de 21 milhões de visualizações.
Para Padre Kelmon, é bom que nós todos observemos que, neste período eleitoral, a esquerda militante vai utilizar de todas as armas nefastas contra os seus opositores.
“Então, usaram agora a mãe de Deus, a padroeira do Brasil, para colocar os católicos contra os evangélicos. Uma vez que Flávio é evangélico, colocam na boca dele as inverdades, as fakes news promovidas pela esquerda. É uma medida covarde, eleitoreira, de quem está desesperado, porque Lula da Silva vai perder as eleições e certamente, como é um descondenado, voltará para a cadeia.
E todos aqueles que pactuaram com ele neste processo de corrupção, como corruptos e corruptores, todos eles voltarão para a cadeia ou irão para a cadeia, porque o próximo governo precisa moralizar a política nacional. E nós estamos vendo aí as suas ações nefastas contra o Flávio. Flávio nunca falou isso. Flávio nem pode mexer na cultura religiosa do povo brasileiro. Então, é uma inverdade, uma mentira, uma fake news criada pela esquerda para disseminar a divisão, o ódio contra os eleitores da direita. É o velho jogo da esquerda, dividir para dominar”, ressaltou, em entrevista exclusiva à Verdade.
Em mais um capítulo de uma das eleições mais difíceis da história do Brasil, começou a circular a notícia que o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, caso eleito, tiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
Tudo começou com um comentário equivocado na GloboNews. A jornalista Maria Cristina Fernandes falou de um suposto movimento de evangélicos que estaria mobilizando um projeto de lei para retirar a santa da condição de padroeira, sugerindo que isso poderia mobilizar católicos a favor de Lula. O trecho viralizou rapidamente e foi distorcido nas redes, associando a ideia diretamente a Flávio Bolsonaro.
Horas depois, a própria emissora se retratou no “Edição da Meia-Noite”: a proposta citada era de dezembro de 2007, apresentada por um deputado da época e arquivada em agosto de 2008. Pediram desculpas pelo erro.
Flávio reagiu com clareza, denunciando a mentira. Mas a correção não impediu a atuação da máquina de propaganda da esquerda. Deputados e vereadores de partidos como PSOL, PT e PCdoB embarcaram de cabeça no boato, mesmo após o desmentido oficial. Um ranking de engajamento nas redes mostrou nomes como Erika Hilton, Ivan Valente, Alencar Santana, Jandira Feghali e Anielle Franco entre os que mais ajudaram a bombar a desinformação. Alguns admitiam que o projeto era antigo e arquivado, mas insistiam em vincular Flávio à possibilidade de “retorno” do tema.
Outros simplesmente repetiam a mentira sem pudor, debochando do candidato e tentando criar um conflito artificial entre católicos e evangélicos.
Diante da gravidade da situação, o ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que plataformas como X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube removessem publicações que apresentavam como verdadeira a alegação de que Flávio ou sua família pretendiam retirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida. Ele classificou a informação como “notoriamente inverídica” e fixou multa diária de R$ 50 mil por descumprimento. A decisão também exige atuação preventiva das redes contra novos conteúdos semelhantes.
Eis que veio o ministro Flavio Dino e derrubou a decisão da Mendonça, determinando que as plataformas reestabeleçam publicações removidas após ação do senador Flavio Bolsonaro. A defesa do candidato apontou que a narrativa já havia alcançado mais de 21 milhões de visualizações.
Para Padre Kelmon, é bom que nós todos observemos que, neste período eleitoral, a esquerda militante vai utilizar de todas as armas nefastas contra os seus opositores.
“Então, usaram agora a mãe de Deus, a padroeira do Brasil, para colocar os católicos contra os evangélicos. Uma vez que Flávio é evangélico, colocam na boca dele as inverdades, as fakes news promovidas pela esquerda. É uma medida covarde, eleitoreira, de quem está desesperado, porque Lula da Silva vai perder as eleições e certamente, como é um descondenado, voltará para a cadeia.
E todos aqueles que pactuaram com ele neste processo de corrupção, como corruptos e corruptores, todos eles voltarão para a cadeia ou irão para a cadeia, porque o próximo governo precisa moralizar a política nacional. E nós estamos vendo aí as suas ações nefastas contra o Flávio. Flávio nunca falou isso. Flávio nem pode mexer na cultura religiosa do povo brasileiro. Então, é uma inverdade, uma mentira, uma fake news criada pela esquerda para disseminar a divisão, o ódio contra os eleitores da direita. É o velho jogo da esquerda, dividir para dominar”, ressaltou, em entrevista exclusiva à Verdade.

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