O jornalista Lauro Jardim publicou a seguinte nota neste domingo em O Globo:
“Alcolumbre está no radar de três investigações da PF em meio à campanha pela reeleição
Trabalhando 24 horas por dia por sua reeleição à presidência do Congresso e contando com o precioso apoio de Lula, Davi Alcolumbre está em todas.
Todas as investigações importantes que correm na PF: Master, INSS e a Carbono Oculto.
Essas investigações correm em paralelo à sua campanha.”
A resposta de Alcolumbre foi fulminante, carreada de ‘indignação’, digna de um homem sério:
A Presidência do Senado Federal repudia a publicação do jornalista Lauro Jardim, no jornal O Globo, que associa indevidamente o presidente Davi Alcolumbre a investigações da Polícia Federal. O senador Davi Alcolumbre não é investigado em nenhuma das operações mencionadas. A publicação faz insinuações graves, sem apresentar qualquer prova ou elemento concreto que sustente essa associação, atingindo sua honra e reputação.
É inadmissível que investigações envolvendo terceiros sejam utilizadas para atribuir suspeitas infundadas ao presidente do Senado.”
O jornalista publicou a resposta do presidente do Senado e devolveu:
“A nota publicada pelo blog não diz que Alcolumbre é investigado. Mas, como enfatiza o título da nota, ele está ‘no radar’ das três investigações dos três casos. No Master, foi citado nominalmente em mensagens que trocou com Daniel Vorcaro.
O jornalista publicou a resposta do presidente do Senado e devolveu:
“A nota publicada pelo blog não diz que Alcolumbre é investigado. Mas, como enfatiza o título da nota, ele está ‘no radar’ das três investigações dos três casos. No Master, foi citado nominalmente em mensagens que trocou com Daniel Vorcaro.
No INSS, um ex-assessor de Alcolumbre foi apontado por suspeita de ter recebido R$ 3 milhões no esquema.
E, há um mês, o senador tornou-se alvo de uma ação popular movida por Mauro Mattosinho, testemunha da Carbono Oculto, que pede à Justiça Federal a divulgação dos registros de entrada e saída de Roberto Leme da Silva, o Beto Louco, no Senado.”




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