De um lado, o prefeito solicitou um suplemento financeiro de R$ 450 mil para garantir o pagamento dos alunos do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Do outro, foi publicada oficialmente a contratação de R$ 19.900 para acompanhamento e possível homologação do recorde da maior pamonha do Brasil.
A questão que ecoa nas ruas é clara: Se foi necessário reforçar o orçamento para a educação, como se justifica a destinação de recursos para um evento festivo? Qual deve vir primeiro: educação ou eventos culturais?
Moradores e eleitores estão sendo chamados a refletir sobre a ordem das prioridades da gestão municipal. Afinal, a educação é um investimento de longo prazo, enquanto eventos, por mais festivos que sejam, têm impacto imediato, mas passageiro.
Essa discussão não é apenas sobre valores, mas sobre o futuro da cidade. O que deve pesar mais na balança: formação dos jovens e adultos ou promoção turística e cultural?





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