Ministério da Justiça revisou a decisão após identificar falhas na aplicação dos critérios de classificação indicativa.


Thyago Lúcio - Portal ArapuanAnimação da Record retrata passagens do Antigo e do Novo Testamento. Foto: Reprodução

O Ministério da Justiça e Segurança Pública voltou atrás e decidiu manter a classificação indicativa livre do programa “Record Kids – Desenhos Bíblicos”, exibido pela TV Record. A decisão foi tomada após a repercussão da mudança que havia elevado a classificação da animação para 12 anos.

A revisão foi anunciada pela Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), que reformou a classificação atribuída em 28 de outubro. Com isso, os 36 episódios de animação que retratam passagens do Antigo e do Novo Testamento voltam a ter indicação livre.
Entenda o que aconteceu

Inicialmente, o programa tinha classificação livre, mas passou a ser recomendado para maiores de 12 anos após uma análise do Ministério da Justiça.

A mudança foi publicada no Diário Oficial da União e teve como justificativa a presença de conteúdos relacionados a atos criminosos, drogas lícitas, violência e estigma ou preconceito.

Na ocasião, o ministério também recomendou que os desenhos fossem exibidos a partir das 20h. Atualmente, o programa é transmitido nas manhãs de domingo.

Após a repercussão, a Sedigi decidiu revisar a classificação. Segundo o órgão, a análise anterior não havia aplicado integralmente a metodologia do Guia Prático de Classificação Indicativa, publicado em 2025.
Por que a classificação foi alterada?

Na revisão, o ministério considerou os atenuantes previstos no guia para conteúdos associados a rituais, tradições e costumes de povos, religiões ou comunidades específicas.

Outro ponto considerado foi o formato da produção. Por ser uma animação com estética infantil, a obra se enquadra em critérios que levam em conta a representação fantasiosa da violência, especialmente em conteúdos destinados ao público infantojuvenil.

O despacho também destaca que a transmissão de narrativas bíblicas para crianças, por meio de animações, constitui uma forma de expressão cultural protegida pela Constituição.

A decisão será publicada no Diário Oficial da União, e a emissora será formalmente comunicada.
O que significa a classificação indicativa?

A classificação indicativa funciona como uma orientação para pais e responsáveis sobre o conteúdo das produções audiovisuais.

Ela não representa censura, não proíbe crianças menores de 12 anos de assistir a um programa e não obriga a emissora a seguir o horário sugerido pelo Ministério da Justiça.

O objetivo é fornecer informações às famílias para que possam decidir sobre o acesso das crianças aos conteúdos.
Resumo da NotíciaO Ministério da Justiça voltou atrás na classificação do programa Record Kids – Desenhos Bíblicos.
A animação havia passado de classificação livre para recomendação de 12 anos em 28 de outubro.
A revisão foi feita pela Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi).
O governo considerou o contexto religioso e a estética infantil da produção.
Os 36 episódios voltam a ter classificação livre.

Thyago Lúcio - Portal Arapuan

Campanha segue até 30 de novembro e oferece condições especiais para consumidores residenciais, comerciais e industriais.Campanha da Cagepa permite renegociar contas atrasadas e multas por irregularidades. Foto: Divulgação/Cagepa

A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) iniciou, no domingo (1º), a 7ª edição da campanha “Fique em Dia com a Cagepa”. A iniciativa oferece condições especiais para clientes residenciais, comerciais e industriais regularizarem débitos até 30 de novembro.

A campanha prevê descontos de até 100% em multas e juros por atraso, redução de até 90% em multas por irregularidades e possibilidade de parcelamento em até 60 vezes.

A expectativa da Companhia é realizar mais de 140 mil negociações durante o período.
Descontos também contemplam multas por irregularidades

Além das contas em atraso, a campanha inclui consumidores que receberam multas por irregularidades, como ligações clandestinas e desvios de água.

Nesses casos, os descontos podem chegar a 90% sobre o valor das multas, permitindo que os clientes regularizem a situação junto à Companhia.

O diretor Comercial da Cagepa, Isaac Veras, destacou que diferentes canais de atendimento foram disponibilizados para facilitar as negociações em todas as regiões do estado.
Como negociar os débitos com a Cagepa

Os consumidores podem consultar pendências e negociar diretamente pelos canais de atendimento da Companhia:Telefone 115: ligação gratuita de telefones fixos e celulares;
WhatsApp: (83) 98198-4495;
Atendente virtual EVA: disponível no site da Cagepa;
Agência Virtual: www.cagepa.pb.gov.br;
Aplicativo Cagepa: disponível para Android e iOS.

Os canais digitais oferecem acesso aos serviços da Companhia 24 horas por dia, sete dias por semana, conforme a modalidade de atendimento.

Quem preferir atendimento presencial pode procurar as lojas da Cagepa em João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Patos, Pombal e Cajazeiras.

Também há postos de atendimento nas Casas da Cidadania de diferentes municípios paraibanos.
Resumo da NotíciaA Cagepa iniciou a 7ª edição da campanha Fique em Dia no domingo (1º).
A negociação pode ser feita até 30 de novembro.
Os descontos chegam a 100% em multas e juros por atraso.
Multas por irregularidades podem ter redução de até 90%.
O parcelamento pode ser feito em até 60 vezes, e a Companhia espera mais de 140 mil negociações.



O ex-governador da Paraíba e deputado federal eleito Ricardo Coutinho (PT) compareceu a uma delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal na noite de segunda-feira (2), após registros de testemunhas sobre supostos gestos feitos em direção a crianças nas proximidades da Vila Olímpica de Santa Maria, em Brasília. A defesa nega qualquer irregularidade e afirma que o político foi vítima de uma tentativa de extorsão.
O episódio

Por volta das 18h30, moradores e testemunhas relataram à Polícia Militar que um homem, posteriormente identificado como Ricardo Coutinho, estaria dentro de um veículo estacionado próximo à área esportiva, piscando os faróis e fazendo gestos com as mãos em direção a crianças que jogavam futebol no local. Uma das crianças teria relatado o fato ao pai, o que motivou a acionamento das autoridades.

A ocorrência foi inicialmente registrada na 20ª Delegacia de Polícia e encaminhada à 33ª Delegacia, responsável pela região de Santa Maria. Coutinho foi ouvido, prestou esclarecimentos e foi liberado. Não houve prisão nem indiciamento até o momento.
A versão do ex-governador

Em depoimento e por meio de nota oficial, a defesa apresentou relato distinto dos fatos:
Ricardo Coutinho levava o enteado para uma aula de futebol no complexo esportivo;
Ao travar o veículo, as luzes de emergência acenderam-se automaticamente, sem qualquer intenção deliberada;
Negou ter feito gestos ou chamado qualquer criança;
Após entrar no ginásio, teria sido abordado por um jovem que o ameaçou, dando início ao que classifica como tentativa de golpe e extorsão.

A defesa informou ainda que adotará medidas judiciais contra publicações que, segundo afirma, veicularam informações falsas, difamatórias e caluniosas.
Situação atual

A Polícia Civil do Distrito Federal mantém o caso em fase de apuração, ouvindo testemunhas e reunindo elementos para conclusão. Até agora, não há definição sobre a existência de prática de irregularidade ou crime.


 Nota: A investigação segue em curso. Ricardo Coutinho tem garantido o direito de defesa e a presunção de inocência até a conclusão do processo. As versões das testemunhas e da defesa estão sendo avaliadas de forma isenta pelas autoridades.

NOTA DA DEFESA DE RICARDO COUTINHO



A assessoria jurídica do Sr. Ricardo Coutinho vem a público, por meio do advogado Igor Suassuna de Vasconcelos, prestar os seguintes esclarecimentos:
É falsa a notícia veiculada na manhã de hoje, 03 de novembro de 2026, de que o ex-governador teria sido preso em Brasília sob suspeita de aliciamento de crianças. 

Nada ocorreu.

Na noite de ontem, 02 de novembro de 2026, por volta das 18h30, Ricardo Coutinho levava o enteado menor de idade para praticar futebol de salão na Vila Olímpica de Santa Maria, Distrito Federal. 

Ao estacionar e acionar o alarme do veículo para travá-lo, as luzes de emergência acenderam-se automaticamente — sem qualquer intenção deliberada.
Após entrar no ginásio, foi abordado de forma agressiva por um jovem, que fez ameaças e insinuações maliciosas, relacionando o piscar das luzes do automóvel à presença de crianças nas proximidades. Trata-se, claramente, de tentativa de golpe e extorsão.

Ricardo Coutinho não cedeu às ameaças. Foi ele quem primeiro acionou a Polícia Militar — registro COPOM nº 20261102191828-630-OC — por receio de que a segurança dele e de seu enteado fosse colocada em risco. 

Dirigiu-se, em seguida, por iniciativa própria, à Delegacia de Polícia Civil para denunciar as ameaças e calúnias, onde foi ouvido, prestou todos os esclarecimentos e, em seguida, retornou com sua família para a residência. Não houve prisão de nenhuma das partes.

Ricardo Coutinho não fez gestos, não chamou e não se aproximou de qualquer criança que não fosse seu familiar. 

As acusações veiculadas são inverídicas e caluniosas.
Todas as medidas judiciais cabíveis serão adotadas com rigor em face das notícias falsas, difamatórias e caluniosas veiculadas indevidamente. 

Acredita-se ainda na séria e comprometida apuração dos fatos pela Polícia Civil do Distrito Federal, diante da gravíssima suspeita de extorsão e ameaça praticada contra Ricardo Coutinho, com nítido intuito de macular sua honra e reputação.

Brasília, 03 de novembro de 2026.

Igor Suassuna de Vasconcelos Advogado de Ricardo Coutinho



Hermerson Galdino afirma que não há organização nem pauta de reivindicações definidas para a possível greve.

PorLeonardo Barbosa



O presidente do Sindconpetro-PB, Hermerson Galdino, afirmou que não pretende aderir a uma possível greve nacional de caminhoneiros anunciada nas redes sociais para a próxima quinta-feira (5). Em entrevista ao ClickPB nesta terça-feira (3), ele questionou a organização do movimento e disse que não há informações concretas sobre quem estaria à frente da mobilização.


Segundo Hermerson, uma paralisação dessa dimensão precisaria ser organizada com antecedência, com assembleias e definição das reivindicações da categoria. Ele afirmou que, até o momento, não há clareza sobre esses pontos.


 




Repete-se à exaustão um roteiro que a sociedade brasileira já conhece bem. Quando o envolvido é de determinado lado do espectro político, os holofotes se acendem, as manchetes dominam os noticiários por dias e o coro de exigência de investigação imediata é unânime.

Quando o nome ligado a fatos graves é filiado ao Partido dos Trabalhadores, o brilho diminui, as notas ficam menores e o silêncio toma conta das redações. 

É o que se observa mais uma vez com o caso envolvendo o ex-governador da Paraíba e recém-eleito deputado federal Ricardo Coutinho.

O episódio que ganhou o noticiário local e regional

Na noite de segunda-feira, 2 de novembro de 2026, nas proximidades do Centro Olímpico de Santa Maria, no Distrito Federal, moradores acionaram a polícia relatando que um homem — posteriormente identificado como Ricardo Coutinho — teria estacionado o veículo próximo a crianças que jogavam futebol, piscado os faróis e feito gestos com as mãos em direção aos menores, como se os chamasse para perto do carro.

O caso foi registrado pela Polícia Civil do DF como ocorrência "em apuração". 

Não houve prisão nem indiciamento até o momento. O político prestou depoimento na delegacia e apresentou versão distinta: segundo sua defesa, levava o enteado para uma aula de futebol, as luzes piscaram automaticamente ao travar o veículo e jamais fez qualquer gesto para chamar as crianças. A defesa classificou ainda o episódio como tentativa de extorsão e ameaça.

O histórico que não pode ser ignorado

Este não é o primeiro episódio que levanta questionamentos sobre a conduta do ex-governador. 

Ricardo Coutinho foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral, em 2020, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2014, fato que resultou em oito anos de inelegibilidade — decisão confirmada na instância superior.

Responde também a processos no âmbito da Operação Calvário, que apurou esquema de corrupção, fraude à licitação e lavagem de dinheiro na Paraíba, envolvendo supostos pagamentos de propina e aquisição de bens de alto valor. Em 2020, o Superior Tribunal de Justiça revogou sua prisão preventiva, substituindo por medidas cautelares.

Mesmo com esse histórico, Coutinho foi eleito em outubro de 2026 o terceiro deputado federal mais votado da Paraíba, com 163.277 votos.

O silêncio da grande imprensa: por quê?

O que chama a atenção não é apenas o fato em si, mas a desproporção no tratamento dado pela mídia de alcance nacional. 

Veículos de grande circulação mantiveram silêncio quase total sobre o episódio de Brasília, enquanto fatos de gravidade semelhante envolvendo políticos de outras legendas costumam receber cobertura ampla, com análises, repercussão e cobrança de posicionamento das autoridades.


A omissão gera perguntas inevitáveis:

O critério de noticiabilidade é o mesmo para todos os partidos?
Quando o investigado é petista, a exigência de transparência e apuração plena deixa de valer?
A proximidade editorial com determinadas agremiações influencia o que o público fica sabendo?

Não se trata de defender condenação antecipada — a presunção de inocência é garantia constitucional e deve ser respeitada. Mas também não pode ser aceita a seletividade na informação. 

A sociedade tem o direito de saber o que acontece, independentemente da filiação partidária de quem está envolvido.

O que está em jogo

Ricardo Coutinho tem o direito de defender-se, de apresentar provas, de provar que as acusações são infundadas. 

E a polícia tem o dever de investigar com isenção, ouvindo todas as partes e apurando rigorosamente os fatos. O que não é aceitável é que a informação seja filtrada conforme a conveniência política.


Quando a imprensa cala diante de fatos relevantes só porque o nome que aparece é de um partido específico, ela deixa de cumprir seu papel de fiscalizar e informar. 

E é a democracia que sai perdendo. O eleitor precisa de fatos, não de seleção. E os fatos, com todas as suas versões, devem chegar ao conhecimento público — sempre, sem exceção.



 Nota de transparência: Esta matéria apresenta diferentes versões dos fatos. A investigação segue em curso. Ricardo Coutinho nega as acusações e exerce seu direito de defesa

A presunção de inocência deve ser respeitada até conclusão do processo.





Por Valdemir Zillan, 04 de novembro de 2026

Na noite desta terça-feira, 3 de novembro, à medida que se confirmava a derrota histórica do Partido Republicano nas eleições de meio de mandato — com os democratas retomando o controle tanto da Câmara dos Representantes quanto do Senado —, o presidente Donald Trump rompeu o silêncio com uma mensagem que mesclou distanciamento da responsabilidade, aceitação formal dos resultados e aviso sobre o uso de seus poderes nos dois últimos anos de mandato.
Primeira reação: "Não estava na cédula"

A primeira manifestação veio pela plataforma Truth Social, ainda na noite eleitoral:


"Não estava na cédula. Se estivesse, teríamos vencido de forma esmagadora!"

A frase definiu o tom inicial: Trump procurou imediatamente se desvincular do resultado, argumentando que os eleitores não rejeitaram ele, mas sim os candidatos que concorreram sob sua influência. Em seguida, em tom conciliador, declarou ao jornal The New York Times:


"Estou absolutamente disposto a aceitar esses resultados. Trabalharemos com os democratas e, sabem, mal podemos esperar para trabalhar com eles. Provavelmente chegaremos a algum acordo."
Reconhecimento e elogio ao adversário

Em entrevista por telefone à Fox News, Trump foi mais direto ao reconhecer o desempenho da oposição:


"Acho que os democratas fizeram um bom trabalho. Lutaram bastante."

Reconheceu também surpresa com a amplitude da derrota:


"Estou um pouco surpreso. Pensei que eles se sairiam melhor."

Mas rejeitou classificar o desfecho como uma derrota pessoal:


"Não considero isto uma derrota — não estava na cédula."
O aviso: "Serei o Sr. Veto"

A mensagem conciliadora conviveu com um alerta claro sobre a estratégia que pretende adotar a partir de agora:


"Eles têm o controle, mas não têm o controle."

Em declaração prévia à votação, já havia sinalizado o caminho:


"Acho que vou virar o Sr. Veto. Eles vão enviar projetos. Eu vetarei. E depois de um mês ou dois com tudo sendo vetado, estarão apenas perdendo tempo — então virão até mim e faremos um acordo."
O cenário que se abre

A vitória democrata foi ampla e profunda: estados tradicionalmente republicanos como Texas, Kansas, Ohio e Carolina do Sul elegeram candidatos da oposição. Com o Congresso sob controle adversário, Trump enfrenta restrições sem precedentes aos dois últimos anos de seu mandato — mas mantém a prerrogativa de vetar leis, além de amplos poderes na política externa e na nomeação de autoridades.

A postura adotada nesta quarta-feira marca uma diferença em relação ao comportamento observado após as eleições de 2020: até agora, não houve menção a fraude eleitoral nem contestação dos resultados. A aceitação formal, no entanto, não significa rendição — e sim a definição de um confronto institucional que promete marcar a agenda dos Estados Unidos até 2028.
Conclusão

As primeiras palavras de Donald Trump após o veredicto das urnas revelam uma estratégia cuidadosa: aceitar o processo para não deslegitimar-se, atribuir a culpa a terceiros e reservar no veto sua principal ferramenta de poder. A mensagem é clara para ambos os lados: não haverá obstrução ao ponto de ruptura, tampouco rendição. O diálogo virá — mas nos termos que o presidente definir.

O país assiste, agora, à reconfiguração de forças em Washington. E o que as urnas não entregaram, a disputa política deverá decidir.



Por Redação PB, 04 de novembro de 2026

Nos últimos meses, a sociedade brasileira tem testemunhado com crescente inquietação uma sequência de medidas e pronunciamentos que ultrapassam limites legais, ignoram mecanismos de controle e concentram autoridade em mãos de poucos. Quando decisões deixam de ser pautadas pela lei, pela transparência e pelo debate democrático para se tornar instrumentos de vontade pessoal ou de grupo, instaura-se o que juristas e analistas vêm denominando de forma recorrente: um regime de arbítrio. E onde o arbítrio impera, a instituição enfraquece e a democracia corre risco.

O que é, afinal, decisão arbitrária?

Decisão arbitrária não é apenas uma medida impopular ou questionável tecnicamente. É, por definição, aquela que não encontra amparo no ordenamento jurídico, que prescinde de motivação razoável, que trata iguais de forma desigual ou que se serve do poder para atingir fins alheios ao interesse público. Não se confunde com escolha política — esta, quando legítima, nasce de mandatos eleitorais e submete-se a regras; aquela, ao contrário, rompe com o contrato social e com a divisão de poderes que serve de lastro ao Estado de Direito.

O excesso de poder manifesta-se, em regra, de três formas: pela usurpação de competências que pertencem a outro Poder; pela edição de atos sem observância de procedimentos previstos em lei; e pela aplicação desigual da norma, em que a regra vale para uns e não para outros. Em qualquer das hipóteses, o resultado é o mesmo: a instituição deixa de ser instrumento de garantia coletiva e passa a servir aos interesses de quem a exerce.
Os reflexos na crise institucional

A crise que se desenha não é obra de um dia. Ela se consolida quando as fronteiras entre os Poderes se tornam tênues e cada instituição deixa de exercer seu papel de contrapeso.

 Quando um Poder intervém em esfera alheia sem justificativa constitucional, quando decisões de impacto coletivo são tomadas sem consulta ou debate, quando organismos de controle são silenciados ou aparelhados, desestrutura-se o sistema de freios e contrapesos que há décadas sustenta a democracia brasileira.

Os efeitos são perceptíveis de imediato:
Desconfiança generalizada: A população deixa de reconhecer nas instituições instâncias imparciais e passa a enxergá-las como extensões de projetos pessoais ou partidários. A credibilidade, perdida, é difícil de recuperar.

Instabilidade jurídica: Normas e decisões modificam-se ao sabor de conveniências, tornando impossível a previsibilidade necessária ao funcionamento da sociedade, da economia e das relações sociais.
Enfraquecimento da representação: Quando decisões importantes são impostas sem passagem pelo debate legislativo ou pelo escrutínio público, a voz dos cidadãos é suprimida. O eleitorado sente que seu voto perdeu força.

Risco de conflito: A ausência de canais democráticos e de respeito às regras abre espaço para a radicalização, para a polarização e para o questionamento não só de governos, mas da própria estrutura que deveria unir o país.
O custo para a sociedade e o caminho para a restauração

Ninguém ganha com a instabilidade institucional. 

Os primeiros a sofrer são os mais vulneráveis — cidadãos que dependem das instituições para ter garantidos direitos básicos: saúde, educação, segurança e justiça. Mas a corrosão atinge a todos: empresários não investem, famílias adiam planos, jovens perdem a confiança no futuro.

Reverter esse quadro exige mais do que mudanças de governo ou de gestão. Exige retorno aos princípios fundantes:
Respeito à Constituição como limite intransponível: Nenhum poder, nenhuma autoridade está acima da lei.

Autonomia e lealdade entre os Poderes: Cada qual deve exercer suas atribuições sem interferência indevida e sem submissão inaceitável.

Transparência e responsabilidade: Toda decisão de interesse público deve ser clara, fundamentada e passível de revisão. Quem decide deve prestar contas.

Diálogo em lugar de imposição: As diferenças existem e são saudáveis na democracia; devem ser resolvidas no debate, nas urnas e nas instituições, nunca por imposição.

A democracia não é um bem conquistado de uma vez para sempre. É um contrato que se renova a cada dia — e que se rompe quando um dos lados, investido de poder, decide ignorar os demais. 

A defesa das instituições não é bandeira de partido, nem de grupo: é dever de cada cidadão que acredita num país justo, livre e soberano.

Diante de decisões que se afastam da lei e da razão, a resposta não pode ser o silêncio. Deve ser a exigência firme e pacífica de retorno à ordem democrática — porque onde o arbítrio prevalece, ninguém está verdadeiramente seguro.








A  Rádio Litoral 10 e o site Redação PB, junto com o amigo DJ Levi e o locutor Valdemir Zilan, estão apoiando uma campanha solidária em favor da família do amigo Bel.



Sua esposa, Ranny, e seu filho, Kaynã, sofreram queimaduras em um acidente ocorrido na quinta-feira, 29 de outubro, na cidade de Alhandra.


Segundo as informações compartilhadas para a campanha, Ranny está hospitalizada e o pequeno Kaynã, que é uma criança autista, está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


Bel está acompanhando o filho e, neste momento, não pode trabalhar. A família precisa de apoio para medicamentos, transporte e outras despesas.


Sensibilizados com essa situação, os parceiros abraçam a causa e convidam os amigos de Alhandra e de toda a região a participar dessa corrente de solidariedade. Qualquer contribuição é bem-vinda e faz diferença.


Para ajudar, faça sua doação pelo Pix:

83993963283

Everaldo Mendonça da Silva — Nubank.


Quem não puder contribuir financeiramente pode colaborar compartilhando a campanha, ampliando o alcance desse pedido e mantendo a família em suas orações.


Rádio Litoral 10, site Redação PB, DJ Levi e locutor Valdemir Zilan: juntos, levando informação e mobilizando solidariedade por Ranny, Kaynã e nosso amigo Bel.



No dia 14 de outubro de 2026, o diretor-geral da Rádio Litoral 10, Levi Silva, esteve no Fleming Laboratórios para entregar à diretora-geral da empresa, Coeli Regina, um certificado de reconhecimento pelo trabalho realizado em Alhandra-PB, pelo compromisso com os clientes e pela parceria com a Rádio Litoral 10 e a Style Publicidade.


Há mais de vinte anos atendendo na cidade de Alhandra, o Fleming tem uma trajetória dedicada ao cuidado com a saúde das famílias. A homenagem valoriza a dedicação da equipe ao atendimento e o compromisso com a qualidade e a confiabilidade dos resultados dos exames.



A visita também marcou o agradecimento pela confiança no trabalho de comunicação desenvolvido pela emissora e pela Style Publicidade, aproximando a população das informações sobre os serviços oferecidos.


Além dos exames laboratoriais, a unidade disponibiliza os seguintes atendimentos, mediante agendamento:


- Dermatologista: segunda-feira, a partir das 13h.

- Ginecologista: terça-feira, a cada quinze dias, a partir das 6h.

- Cardiologista e clínico geral: quinta-feira, a partir das 8h.

- Ultrassonografias: quarta-feira, a partir das 14h, e sexta-feira, a partir das 7h.


O Fleming Laboratórios está localizado na Rua Presidente João Pessoa, no centro da cidade de Alhandra-PB. Informações sobre disponibilidade e agendamentos pelo WhatsApp (83) 99962-4802.



Fleming Laboratórios: qualidade, confiança e cuidado para toda a família.





Como resultado das ações, que seguem ao longo desta semana, 228 pessoas foram conduzidas às delegacias

Durante o feriadão do Dia de Finados, a Polícia Militar da Paraíba (PMPB) reforçou o policiamento nas ruas para cumprir o esquema especial de operações das forças de segurança. Como resultado das ações, que seguem ao longo desta semana, 228 pessoas foram conduzidas às delegacias.

De acordo com o balanço mais recente da PMPB, foram apreendidas 25 armas de fogo, recuperados 27 veículos e realizadas 48 apreensões de drogas. Entre os materiais recolhidos, estão mais de 200 quilos de maconha encontrados no bairro do Cuiá, na zona sul de João Pessoa. Além disso, 16 foragidos da Justiça foram presos.

Entre as ocorrências, está a prisão de integrantes de um grupo criminoso que planejava um ataque contra uma facção rival em Itabaiana, no Agreste paraibano. Com os suspeitos, os policiais apreenderam quatro armas de fogo, coletes balísticos e roupas camufladas.



Nos próximos dias, a agenda do Planalto prevê reuniões com as presidências da Câmara e do Senado.

Caiã Messina - Band.com.brApós um período de descanso, Lula divulgou pronunciamento para rebater informações falsas sobre programas sociais. Foto: Ricardo Stuckert / PR

Uma semana após o período eleitoral, o governo federal volta suas atenções para as negociações políticas no Congresso Nacional e para a formação do novo ministério. Após um período de descanso na Granja do Torto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou pronunciamento para rebater informações falsas sobre programas sociais, garantindo a manutenção e o aprimoramento dos benefícios existentes.
Pauta de Segurança Pública e Maioridade Penal

A prioridade na agenda legislativa é a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto visa fortalecer a atuação do governo federal no combate ao crime organizado, prevendo o encarceramento de líderes de facções e milícias em presídios de segurança máxima, além de proibir a liberdade provisória, a progressão de regime e as saídas temporárias.

A proposta também reacendeu o debate sobre a redução da maioridade penal para crimes violentos:Oposição: Defende a redução da maioridade para 14 anos em casos de crimes graves.
Governo: Encontra-se dividido entre aceitar o limite de 16 anos ou tratar o tema em discussão separada.
Indicação ao STF e Reforma Política

Nos próximos dias, a agenda do Planalto prevê reuniões com as presidências da Câmara e do Senado para alinhar as pautas até o encerramento do ano. Entre os tópicos centrais está a escolha do indicado para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), disputada entre o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Rodrigo Pacheco.

Paralelamente, o governo busca ampliar a base do Centrão com a oferta de cargos no novo ministério e acompanhar o debate sobre a reforma política. Uma das propostas em análise é a adoção do voto distrital misto, formato voltado a reduzir a influência dos chamados “puxadores de votos” nas eleições proporcionais.



Investigação aponta que mãe e filho obtiveram quase R$ 100 mil em empréstimos fraudulentos em agência da Caixa em Areia-PB.

PorLucas Isídio

A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão em Maceió, capital do estado de Alagoas, após mãe e filho serem acusados de contraírem R$ 100 mil em empréstimos fraudulentos em uma agência da Caixa no município de Areia, no Brejo da Paraíba. A Operação Roleplay foi deflagrada nesta terça-feira (3/11).

As investigações apontam que a mulher, juntamente com o filho, utilizaram documentos falsos para abrir uma conta corrente na agência da Caixa Econômica Federal em Areia e, em seguida, obtiveram quase R$ 100 mil em empréstimos fraudulentos, gerando prejuízo à empresa pública federal.

A PF cumpriu, nesta terça-feira, na cidade de Maceió, em Alagoas, ao mandado de busca e apreensão expedido pelo Juízo da 16ª Vara Federal da Paraíba. A Justiça Federal também determinou o afastamento dos sigilos bancário e telemático dos investigados.



Se houver comprovação da autoria e materialidade, os investigados poderão responder pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e estelionato majorado.


Por Jornal da Cidade Online

Informações da CNN Brasil dão conta de que a dosimetria aprovada pelo Congresso Nacional pode mudar significativamente a pena de Jair Bolsonaro.

Eis o que diz a emissora:

Advogados, especialistas e parlamentares que acompanham o tema calculam que a pena em regime fechado poderia cair para cerca de dois anos e quatro meses, conforme apurou o analista de Política da CNN Matheus Teixeira no CNN 360°.

Atualmente, a condenação de Bolsonaro totaliza 27 anos e 3 meses de prisão, resultado da somatória dos crimes pelos quais ele foi enquadrado. No entanto, cada um desses crimes varia no tempo de pena, o que tornaria necessário um recálculo à luz da nova legislação aprovada pelo Congresso. O processo transitou em julgado em novembro do ano passado.

Como funcionaria o recálculo da pena

Se o STF validar a dosimetria, o relator dos casos do 8 de janeiro, Alexandre de Moraes, ficaria responsável por recalcular as penas individualmente — não apenas a de Bolsonaro, mas também a de generais, delegados e todos os demais condenados pelos eventos daquela data.


Após esse recálculo, o caso provavelmente seria submetido ao plenário do STF ou à Primeira Turma para a decisão final sobre as novas penas.

Levando em conta os atenuantes e as regras de progressão de regime vigentes no Brasil — como o cumprimento de um sexto da pena em regime fechado —, a previsão é que Bolsonaro poderia alcançar ao menos a liberdade parcial no final de 2027 ou no início de 2028, caso a dosimetria seja validada. Caso o STF entenda que a medida não é constitucional, a dosimetria seria derrubada e a pena original de Bolsonaro seria mantida.

O cenário político também influencia o ritmo das decisões. Com a perspectiva de uma bancada de ao menos 30 senadores bolsonaristas no Senado Federal — instância que tem poder de fiscalizar o STF —, a negociação em torno do tema deve se intensificar.

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), apontado como próximo ao Supremo, também precisará articular com a direita do Senado para garantir votos em sua eventual reeleição, o que torna o contexto ainda mais complexo.






Um crime de extrema violência chocou a população de Itabaiana neste domingo, 1º. Uma mulher de 51 anos, identificada como Maria da Glória Avelino Victor (conhecida como Dorinha), foi morta a facadas na madrugada por um homem de 21 anos. Uma adolescente de 17 anos, sobrinha da vítima, teria ajudado o assassino vigiando do lado de fora de casa para avisar se alguém se aproximasse. A execução se deu na casa de Dorinha, no bairro Brejinho, na frente dos netos dela, que foram amarrados.

Os suspeitos fugiram levando dois aparelhos celulares e uma quantia em dinheiro. Eles foram localizados ainda neste domingo (1º), na zona rural de Salgado de São Félix, também no Agreste da Paraíba.

Os dois foram levados para a delegacia de Itabaiana, mas ainda não prestaram depoimento. Ainda não há informações se a motivação teria sido apenas o furto.





Foto: Reprodução/TV Paraíba




A vereadora Ana Karla da Silva Gonçalves, mais conhecida como Karla de Zé Gonçalves, denunciou que tem sido alvo de violência política de gênero. Já aconteceram vários episódios protagonizados pelo vice-prefeito Edney Pereira de Souza, mas o último se deu no dia 4 de outubro. Ele seguiu e filmou Karla que acompanhava uma senhora até o local de votação. No caminho, acusou a parlamentar de cometer propaganda de boca de urna e de votar em nome de terceiros.

“Eu apenas orientei e levei uma idosa até a seção onde ela votava porque ela não sabia onde era. Jamais cometi crime eleitoral. Depois de muita provocação e de me filmar, eu fiquei nervosa e bati no celular. Não foi nele. Ele saiu dando risada e mostrando o vídeo para os amigos. A partir daí, ele mandou só o fim do vídeo e a versão dele para alguns sites e eu comecei a ser atacada e fui alvo de todo tipo de comentário ruim”, contou Ana Karla.

Em decorrência das tentativas de desestabilizá-la, a vereadora registrou ocorrência policial relatando p constrangimento e a intimidação envolvendo o vice-prefeito Edney Pereira de Souza e, segundo a parlamentar, o irmão dele, dono do Mercado Bom Preço, onde a parlamentar relata ter sofrido intimidação e ofensas verbais no dia 9 de outubro.

“Ele veio me intimidar e disse que eu tinha batido no irmão dele. Nisso, uma mulher que estava fazendo compras veio a mim com muitos xingamentos e acusações. Foi horrível. E o dono do mercadinho ficou só olhando ela me esculhambar e não fez nada. Eu registrei uma ocorrência e estou clamando a Deus por Justiça”, resumiu a vereadora.

Edney é vice-prefeito, mas rompeu politicamente com a prefeita Denise Bayma (PP), que tem Ana Karla como líder da bancada aliada. Depois do racha político, o tratamento dele com a vereadora, que antes era cordato, mudou radicalmente.

A ex-secretária da Mulher e Diversidade Humana da Paraíba, Lídia Moura, divulgou um vídeo de solidariedade a Ana Karla. A prefeita de Bom Jesus, Denyse Bayma também demonstrou apoio público à vereadora.




O bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, fez uma crítica ao lema “Deus, Pátria e família”, associado à família Bolsonaro. Em trecho da declaração que viralizou nas redes sociais neste fim de semana, o líder da organização religiosa questiona a hierarquia citada na declaração, e coloca a família à frente do Estado ou “o que mais queira ser”.

A fala, no entanto, foi dada no dia 25 de outubro pela manhã, ou seja, no domingo da eleição do segundo turno.

— Eu não aprovo aquela teoria “Deus, pátria e família” (…). Primeiro Deus, segundo a família, e terceiro o Estado, ou o que mais que queira ser. Na igreja Universal do Reino de Deus nós priorizamos essa hierarquia: primeiro Deus. Assim foi com Abraão, assim foi com Isaac, assim foi com quem seguiu esse padrão: Deus, família, e então, o resto — diz Edir Macedo, citando personagens bíblicos durante a declaração no culto.

Bispo da Universal critica lema associado ao bolsonarismo

O bispo complementa a oratória:

— Se não houver família, vai haver pátria? — questiona, enfatizando a declaração no púlpito aos fieis. —Hein? Impossível! Só vai haver pátria quando vier da família, que vem de Deus. Primeiro Deus, aí a família e todas as demais coisas.

A declaração do líder ocorre após a igreja adotar uma postura de afastamento das eleições presidenciais deste ano. Durante o primeiro turno, a Universal manteve distância da disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). A posição difere da adotada em 2022, quando apoiou o nome de Jair Bolsonaro (PL) à reeleição.

No primeiro turno, a igreja lançou uma campanha espiritual, e os bispos reforçaram a necessidade de eleger nomes vinculados à Universal e seus valores para cargos no Legislativo. A estratégia era construir “muros” para protegê-la do que encaram como ameaças, como o PL da Misoginia e a taxação de templos.

A estratégia, no entanto, não obteve o êxito desejado. Na eleição à Câmara dos Deputados, a Universal viu metade dos seus 12 deputados que tentaram a reeleição, todos do Republicanos, fracassarem.

Em São Paulo, os deputados Marcos Pereira e Maria Rosas se reelegeram com votações inferiores às de 2022, enquanto Milton Vieira e Vinicius Carvalho ficaram fora. Pereira, que é também o presidente nacional do Republicanos, caiu de 231 mil votos há quatro anos para 196 mil agora.

Além da derrota na Câmara, o Rio quebrou sua tradição de eleger um senador com identidade evangélica quando há duas cadeiras em disputa. Benedita da Silva (PT) e Marcelo Crivella (Republicanos) foram superados por Carlos Jordy e Carlos Portinho, ambos do PL e associados ao bolsonarismo.

Para analistas, o resultado sinaliza que políticos evangélicos que se aproximaram do bolsonarismo, com aval de suas igrejas, vêm perdendo espaço entre esses apoiadores, que também têm identidade religiosa, mas atuam sem a chancela de pastores ou bispos.







O Globo


Por Jornal da Cidade Online



Quatro dias após o segundo turno, o Ministério da Justiça de “Lula” mudou a classificação do Record Kids – Desenhos Bíblicos: de livre para não recomendado para menores de 12 anos. Também recomendou que o programa seja exibido após as 20h na TV aberta.

A decisão cita violência, atos criminosos, drogas lícitas e estigma ou preconceito. A medida provocou críticas, pois considera desproporcional aplicar essa classificação a desenhos bíblicos voltados às famílias.


A mudança consta de portaria publicada em 28 de outubro pela Coordenação-Geral de Políticas de Classificação Indicativa do Ministério da Justiça – três dias após a reeleição do Lula, em segundo turno.

Antes da alteração, a produção tinha classificação pretendida como livre.



A classificação indicativa é atribuída pelo Ministério da Justiça com base em normas do próprio governo.

A decisão foi assinada pelo coordenador-geral de Políticas de Classificação Indicativa, com fundamento em dispositivos da Constituição, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Portaria MJSP nº 1.048, de 15 de outubro de 2025.





Por Redação — 02 de novembro de 2026

A jovem identificada como copilota do jato que caiu no último domingo (1º) no Condado de Palm Beach, na Flórida, é Nathalia Gadelha Filgueiras, de 20 anos, de família brasileira. A confirmação foi feita pela mãe, Camila Gadelha Corteleti, e pelo padrasto, Thiago Corteleti, em declarações à imprensa nacional e internacional.
O acidente

A aeronave, um Learjet 60, decolou de Austin, no Texas, com destino às Bahamas. Durante o percurso, a tripulação relatou turbulência e formação de gelo na aeronave, declarou emergência e perdeu altitude de forma brusca — despencando a mais de 6 mil metros por minuto — antes de se chocar contra o solo em uma área residencial de Greenacres, na Flórida. Todas as nove pessoas a bordo morreram.
Quem era Nathalia

Nascida na Flórida e filha de brasileiros, Nathalia se apaixonou pela aviação ainda muito jovem. Conquistou a licença de piloto privado em outubro de 2023, aos 17 anos — antes mesmo de tirar a carteira de motorista. À época, chamou a atenção da imprensa local e brincou em entrevista à CBS12: "As pessoas dizem que não sei dirigir… mas sei voar".

Formou-se pela American Flyers, uma das escolas de aviação mais prestigiadas dos Estados Unidos, e já acumulava mais de 1.300 horas de voo — um número expressivo para a idade. O sonho era se tornar piloto de linha aérea comercial.

A mãe, Camila, destacou em declaração à CNN Brasil que a filha estava trabalhando no momento do acidente: "Era copilota e não podia tomar nenhuma decisão. Era uma menina muito boa, responsável, esforçada".
Investigação

A causa do acidente ainda é investigada pela FAA (Administração Federal de Aviação) e pelo NTSB (Conselho Nacional de Segurança nos Transportes). As autoridades devem apresentar atualizações nos próximos dias.

Corpo carbonizado é encontrado dentro de casa incendiada na zona rural do Conde, na PB — Foto: Flávio Fernandes / TV Cabo Branco



Vítima foi identificada apenas como Ricardo. Incêndio aconteceu nesta segunda-feira (2), e a causa ainda será investigada pela perícia

Por g1 PB

Um corpo carbonizado foi encontrado dentro de uma casa incendiada nesta segunda-feira (2), na zona rural do Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa. A vítima foi identificada apenas como Ricardo.

Segundo a Polícia Civil, vizinhos acordaram por volta das 4h da manhã ao perceberem que o imóvel estava em chamas. Ainda não se sabe o que provocou o incêndio.



Competição movimentou os estádios Silvão e Pedrozão neste domingo (1º) e terá novas partidas nos dias 8 e 15 de novembro.

As quartas de final do Alhandrão 2026 começaram neste domingo (1º), movimentando os estádios Silvão, em Mata Redonda, e Pedrozão, na sede do município. Promovida pela Prefeitura de Alhandra, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, Juventude e Lazer, a competição reuniu equipes das categorias Aspirante e Amador em uma rodada marcada por goleadas, disputas emocionantes e classificações.

No Estádio Silvão, o Saraywa venceu o Grêmio por 6 a 1, pela categoria Aspirante. Já no Amador, o Flamengo conquistou uma vitória expressiva sobre o Guarani, pelo placar de 9 a 0. As partidas movimentaram o público presente e reforçaram a tradição do futebol amador no município.

No Estádio Pedrozão, o confronto entre Palmeiras e Alhandra terminou empatado em 0 a 0 no tempo regulamentar, levando a decisão para os pênaltis. Alhandra venceu por 5 a 4 nas cobranças e garantiu classificação nos dois quadros, Aspirante e Amador, avançando na competição.

O secretário municipal de Esportes, Juventude e Lazer, Beto Januário, destacou a importância do campeonato para o fortalecimento do esporte local. 

“O Alhandrão é uma competição que valoriza nossos atletas, incentiva a prática esportiva e promove a integração entre as comunidades. Estamos acompanhando grandes partidas e uma participação expressiva das equipes e torcidas. Nosso compromisso é continuar fortalecendo o futebol amador e oferecendo oportunidades para os talentos do nosso município”, ressaltou.

Próximos confrontos

A programação das quartas de final continua nos próximos dois domingos, com partidas no Estádio Pedrozão, em Alhandra.

Domingo, 8 de novembro – Estádio Pedrozão

- 13h30 – Bahia x Atlético (Aspirante)

- 15h – Atlético x Bahia (Amador)



Domingo, 15 de novembro – Estádio Pedrozão

- 13h30 – Guarani x Teimoso (Aspirante)15h – Santos x Saraywa (Amador)

Secom Alhandra